Da fadiga de acesso à tecnologia assistiva: uma revisão de escopo

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Da fadiga de acesso à tecnologia assistiva: uma revisão de escopo

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.advisor Lunardi, Giovani Mendonça
dc.contributor.author Silva, Jessica Saraiva da
dc.date.accessioned 2026-02-20T23:25:54Z
dc.date.available 2026-02-20T23:25:54Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.other 395748
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/272335
dc.description Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Comunicação, Araranguá, 2025.
dc.description.abstract A pesquisa tem como objetivo investigar a utilização do conceito Fadiga de Acesso e suas contribuições para a área de Tecnologia Assistiva. O fenômeno da fadiga de acesso emerge a partir dos estudos da pesquisadora Annika Honrad (2021) ao se aprofundar na retórica da deficiência. Questionando-se por que é tão difícil falar sobre deficiência? A experiência da deficiência na busca por acesso traz à tona um debate relevante que envolve dimensões materiais, sociais e emocionais, à luz de uma análise interseccional, percorremos reflexões que realocam para o centro do debate a interdependência que temos enquanto seres sociais e os marcadores sociais da diferença como constitutivos da dimensão humana. No tocante à responsabilização individual pelo acesso, encontra-se na contramão do lugar de privilégio de acessibilidade que as pessoas sem deficiência ocupam e das barreiras consequentes deste, por criar uma interdependência para o acesso. A Tecnologia Assistiva propõe a criação de recursos que proporcionem autonomia para as pessoas com deficiência, contudo, nem sempre essa autonomia é garantida, e, ensinar às pessoas sem deficiência estratégias para a acessibilidade pode tornar-se exaustivo a ponto de algumas pessoas com deficiência desistirem do acesso. O panorama indicado pela Organização Mundial da Saúde (2022) aponta que 16% da população mundial sofre algum tipo de deficiência; até 2050 cerca de 3,5 bilhões de pessoas precisarão de algum tipo de Tecnologia Assistiva. Atualmente, aproximadamente 01 bilhão de pessoas com deficiência têm acesso negado à Tecnologia Assistiva. Os dados nos apresentam contexto de pesquisa relevante para a área, pois provocam reavaliar os desdobramentos nas próximas décadas nos processos de inclusão e acessibilidade. O problema da pesquisa questiona qual a produção científica sobre a Fadiga de acesso e sua contribuição para a área de tecnologia assistiva. A pesquisa é de caráter básico, exploratório, bibliográfico, dispõe-se de uma metodologia de análise de dados quali-quantitativa. Com os achados da pesquisa foi possível identificar a emergência na articulação dos debates que envolvem a implementação do Desenho Universal, a Justiça social e o Acesso, três dimensões que perpassam os debates estudados e que podem ser um caminho para a Tecnologia Assistiva, além de qualificação dos processos de inclusão e acessibilidade.
dc.description.abstract Abstract: This research aims to investigate the use of the concept of Access Fatigue and its contributions to the field of Assistive Technology. The phenomenon of access fatigue emerges from the studies of researcher Annika Honrad (2021) as she delves into the rhetoric of disability. Questioning why it is so difficult to talk about disability, the experience of disability in the pursuit of access brings to the forefront a relevant debate involving material, social, and emotional dimensions. Through an intersectional analysis, we explore reflections that place at the center of the debate the interdependence we have as social beings and the social markers of difference as constitutive of the human dimension. Regarding individual responsibility for access, this goes against the privileged position of accessibility occupied by people without disabilities and the consequent barriers, as it creates interdependence for access. Assistive Technology aims to create resources that provide autonomy for people with disabilities; however, this autonomy is not always guaranteed, and teaching accessibility strategies to people without disabilities can become exhausting to the point that some people with disabilities give up on access. The panorama indicated by the World Health Organization (2022) points out that 16% of the world's population suffers from some type of disability; by 2050, approximately 3.5 billion people will need some type of Assistive Technology. Currently, approximately 1 billion people with disabilities are denied access to Assistive Technology. These data present a relevant research context for the area, as they prompt a re-evaluation of the unfolding events in the coming decades regarding inclusion and accessibility processes. The research problem questions what scientific production exists on Access Fatigue and its contribution to the field of assistive technology. The research is basic, exploratory, and bibliographic in nature, employing a qualitative-quantitative data analysis methodology. The research findings made it possible to identify the emergence of debates surrounding the implementation of Universal Design, Social Justice, and Access?three dimensions that permeate the studied discussions and that can be a path for Assistive Technology, as well as for improving inclusion and accessibility processes. en
dc.format.extent 100 p.| il.
dc.language.iso por
dc.subject.classification Tecnologia da informação e da comunicação
dc.subject.classification Tecnologia assistiva
dc.subject.classification Ensino superior
dc.subject.classification Acessibilidade (direitos humanos)
dc.subject.classification Fadiga
dc.title Da fadiga de acesso à tecnologia assistiva: uma revisão de escopo
dc.type Dissertação (Mestrado)
dc.contributor.advisor-co Dallmann, João Matheus Acosta


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