Diversidade molecular e relações evolutivas das principais proteínas plasmáticas de ostras: dominina e segon
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Rosa, Rafael Diego da |
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| dc.contributor.author |
Silva, Luana Boeno dos Santos da |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-19T16:26:38Z |
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| dc.date.available |
2025-12-19T16:26:38Z |
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| dc.date.issued |
2025-01-24 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271557 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Ciências Biológicas. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
As proteínas dominina e segon são os componentes majoritários do plasma de ostreídeos, correspondendo a cerca de 70% das proteínas totais da hemolinfa. As domininas são superóxido dismutases extracelulares que, no entanto, não possuem atividade típica de SOD. Provavelmente, tanto a dominina quanto a segon apresentam atividade associada às suas propriedades de ligação a metais. Embora sejam as proteínas mais abundantes do plasma, o conhecimento sobre essas moléculas permanece escasso, sendo que a proteína segon foi, até o momento, caracterizada apenas na espécie Crassostrea virginica. Diante disso, este trabalho teve como objetivo caracterizar a diversidade molecular e inferir as relações evolutivas de proteínas pertencentes as famílias dominina e segon em ostras. Para isso, foram realizadas buscas in silico em bancos de dados anotados e não anotados, bem como em genomas de ostras e de outros moluscos. Essa prospecção resultou na identificação de 100 sequências de dominina (14 espécies) e 30 de segon (13 espécies) em ostras. Foi identificada também uma sequência similar à dominina em mexilhão. Posteriormente, a caracterização molecular in silico demonstrou que a dominina é estruturalmente conservada, enquanto a segon possui uma região N-terminal variável em nível de gênero e uma região C-terminal conservada entre as espécies. A predição por domínios proteicos identificou que todas as proteínas dominina e segon, com exceção da segon de C. virginica, apresentam um domínio C-terminal cobre, zinco superóxido dismutase (Cu/Zn-SOD; pfam: PF00080). As análises da estrutura gênica e de sintenia revelaram que os genes dominina e segon são colineares entre as espécies de ostras e que os quatro últimos éxons de dominina são homólogos aos quatro últimos éxons de segon. As análises evolutivas sugerem que dominina seja um gene mais antigo que a segon e que sofreu expansão em Ostreidae. Além disso, a segon teria surgido após um evento de duplicação parcial de um gene dominina na ostra ancestral. Este estudo, portanto, abrange o conhecimento molecular e evolutivo das proteínas mais abundantes do plasma de ostras. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
52 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
moluscos bivalves |
pt_BR |
| dc.subject |
sistema imune |
pt_BR |
| dc.subject |
evolução molecular |
pt_BR |
| dc.title |
Diversidade molecular e relações evolutivas das principais proteínas plasmáticas de ostras: dominina e segon |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Hervé, Cássio Barcellos |
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