APENAS DOIS QUILÔMETROS: a segregação socioespacial e a longa distância entre bairros vizinhos
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Ahlert, Betina |
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| dc.contributor.author |
Jansen, Isabella Fidelix |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-17T13:01:36Z |
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| dc.date.available |
2025-12-17T13:01:36Z |
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| dc.date.issued |
2025-06-30 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271406 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Serviço Social. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este Trabalho de Conclusão de Curso analisa o crescimento do município de
Palhoça no decorrer do século XX, e as consequências de um processo de
urbanização e industrialização aos moldes do capital, sem planejamento formal, que
contribuíram para uma cidade segregada e desigual. Partindo da formação
sociohistórica do território, e focando em duas localizações que se tornam
antagonistas na formação do município em pauta, a Cidade Universitária Pedra
Branca e o Brejarú, dois bairros próximos considerando a lógica espacial, mas muito
distantes considerando uma perspectiva de garantia de direitos e políticas públicas.
A partir do entendimento da dinâmica do modo de produção capitalista na formação
do espaço urbano, e como isso implica na divisão de classes, adotou-se abordagem
qualitativa, através de pesquisa documental acerca do desenvolvimento da cidade
de Palhoça e seus respectivos bairros, em conjunto com dados quantitativos a
respeito de elementos que pudessem contribuir para a compreensão dos aspectos
socioeconômicos da cidade. Evidenciou-se inúmeros desafios a serem superados na
análise da cidade, como a escassez de documentos oficiais municipais, além da
tentativa de desmonte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que
impactou significativamente na redução de dados coletados em 2022, comparado
aos censos de anos anteriores. A análise dos dados coletados, em conjunto com a
base teórica e histórica acerca da urbanização brasileira e a industrialização da
cidade de Palhoça, destacaram a segregação socioespacial como marca dos
territórios estudados, parte da materialização do capitalismo nos territórios através
da separação de classes sociais no espaço. Aponta-se a necessidade de
planejamento urbano e políticas sociais voltadas ao interesse da classe trabalhadora
e seu direito ao exercício de cidadania. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
66p. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
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| dc.subject |
espaço urbano; territórios; segregação socioespacial; desigualdade social; Palhoça. |
pt_BR |
| dc.title |
APENAS DOIS QUILÔMETROS: a segregação socioespacial e a longa distância entre bairros vizinhos |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Caravaca, Nalá Ayalén Sánchez |
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