Ocorrência de microplástico no trato gastrointestinal de peixes do gênero Astyanax. na Lagoa do Peri.
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Lopes, Michelle das Neves |
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| dc.contributor.author |
Silva, Aline Conceição de Oliveira da |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-15T00:28:22Z |
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| dc.date.available |
2025-12-15T00:28:22Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-28 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271127 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Ciências Biológicas. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A crescente preocupação global com a presença de microplásticos em ecossistemas aquáticos tem motivado investigações que buscam compreender como esses contaminantes emergentes afetam a biota e a qualidade ambiental. Nesse contexto, a Lagoa do Peri principal manancial de água potável da Ilha de Santa Catarina representa uma área sensível, cuja conservação é essencial para o equilíbrio ecológico e para o abastecimento público. Justifica-se, portanto, a realização deste estudo pela necessidade de avaliar a ocorrência de microplásticos em organismos localizados em uma Unidade de Conservação, contribuindo para o monitoramento ambiental e para a identificação de potenciais riscos à biodiversidade local.
O presente estudo investigou a ocorrência de microplásticos no trato gastrointestinal de peixes do gênero Astyanax, na Lagoa do Peri, localizada dentro da UC Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri. O objetivo foi avaliar a presença dessas partículas utilizando indivíduos desse gênero como bioindicadores. Foram coletados indivíduos no verão e no inverno, em três pontos distribuídos ao longo da lagoa. Após as coletas, os peixes passaram pela biometria e, em seguida, pela dissecação do trato gastrointestinal, que foi encaminhado para o processo de extração e digestão. A caracterização das partículas plásticas foi realizada de acordo com a morfologia, cor e tamanho, utilizando microscópio. A análise dos dados mostrou que a presença de partículas foi mais recorrente no inverno em comparação ao verão. Discute-se que esse padrão sazonal se deve a fatores hidrológicos, como a estiagem no inverno, que reduz a diluição dos contaminantes. Quanto à distribuição espacial, registrou-se maior frequência de microplásticos no Ponto 2 (Cachoeira Grande), local considerado de menor influência humana direta, sugerindo que o transporte e a circulação hídrica são fatores determinantes para a distribuição dos microplásticos na lagoa. Além disso, as partículas plásticas do tipo fragmento, especialmente na cor azul, apresentaram maior abundância. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
40 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Lagoas costeiras; contaminantes emergentes; Astyanax |
pt_BR |
| dc.title |
Ocorrência de microplástico no trato gastrointestinal de peixes do gênero Astyanax. na Lagoa do Peri. |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Nogueira, Diego José |
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