Avaliação da estabilidade oxidativa do óleo de amêndoas-doce frente à incorporação de micropartículas contendo óleo essencial de Cymbopogon flexuosus

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Avaliação da estabilidade oxidativa do óleo de amêndoas-doce frente à incorporação de micropartículas contendo óleo essencial de Cymbopogon flexuosus

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Bazzo, Giovana Carolina
dc.contributor.author Martins, Jamylly Vanessa
dc.date.accessioned 2025-12-10T08:32:21Z
dc.date.available 2025-12-10T08:32:21Z
dc.date.issued 2025-11-27
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270757
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. pt_BR
dc.description.abstract A crescente busca da indústria cosmética por insumos naturais bioativos impulsiona o uso de óleos essenciais (OEs). Dentre eles, o óleo de capim-limão (Cymbopogon flexuosus) se destaca por suas propriedades biológicas, mas sua aplicação direta em formulações cosméticas é limitada pela sua instabilidade e baixa solubilidade aquosa. Para superar essas barreiras, este estudo propõe a microencapsulação do OE de capim-limão por meio da técnica de secagem por aspersão (spray drying), utilizando goma arábica como material de parede e Polyaquol LW como surfactante na emulsão precursora. As micropartículas obtidas foram caracterizadas quanto às suas propriedades físico-químicas e antioxidantes. Apresentaram eficiência de encapsulação de 72,0 ± 2,7% e morfologia esférica e íntegra, conforme evidenciado por microscopia eletrônica de varredura (MEV). A análise de espectroscopia no infravermelho (FTIR) não indicou interações químicas entre o OE e o polímero. A atividade antioxidante inicial (método DPPH) foi preservada após o processo, sendo de 51,0 ± 1,6% para o OE livre e de 55,2 ± 4,5% para as micropartículas. O desempenho da atividade antioxidante foi avaliado por um estudo de estabilidade oxidativa, incorporando as micropartículas e o óleo livre em óleo de amêndoas doces (controle). As análises de Índice de Peróxidos (IP), p-Anisidina (IpA) e Valor Total de Oxidação (VTO) demonstraram que as micropartículas foram significativamente mais eficazes em retardar a degradação oxidativa do óleo de amêndoas-doce em comparação ao óleo livre. Este demonstrou considerável instabilidade, sugerindo um potencial efeito pró-oxidante sob estresse térmico, o que reforça a necessidade da encapsulação. Os resultados demonstraram que a microencapsulação com goma arábica é uma estratégia tecnológica eficaz para proteger o óleo de capim-limão, viabilizando seu uso, futuramente, como antioxidante natural em formulações oleosas cosméticas. pt_BR
dc.format.extent 42 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject estabilidade pt_BR
dc.subject capim-limão pt_BR
dc.subject óleos essenciais pt_BR
dc.subject microencapsulação pt_BR
dc.title Avaliação da estabilidade oxidativa do óleo de amêndoas-doce frente à incorporação de micropartículas contendo óleo essencial de Cymbopogon flexuosus pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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PRONTO TCC II - Jamylly Martins.pdfBlocked 645.8Kb PDF View/Open TCC
Anexo_05_-_Ata_de_Defesa_Jamylly_assinado.pdfBlocked 258.8Kb PDF View/Open ATA

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