Estamos em pleno emprego? Notas sobre a "escassez de mão de obra" no Brasil e em Santa Catarina
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| dc.contributor.author |
Heinen, Vicente Loeblein |
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| dc.date.accessioned |
2025-11-21T20:45:11Z |
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| dc.date.available |
2025-11-21T20:45:11Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-03 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270137 |
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| dc.description.abstract |
A taxa de desemprego de 5,6%, divulgada pelo IBGE na última terça-feira
(30/09), representou um recorde histórico para o Brasil. Esse índice foi o menor da série
histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012, e não era observado no país desde o
final da década de 19801. Processo semelhante foi observado em Santa Catarina, onde o
índice atingiu 2,2% no 2º trimestre de 20252. A notícia repercutiu com destaque na
imprensa e levantou novamente o debate sobre se o país estaria ou não em uma situação
de pleno emprego. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.subject |
conjuntura brasileira |
pt_BR |
| dc.subject |
mercado de trabalho |
pt_BR |
| dc.subject |
pleno emprego |
pt_BR |
| dc.subject |
economia |
pt_BR |
| dc.subject |
necat |
pt_BR |
| dc.title |
Estamos em pleno emprego? Notas sobre a "escassez de mão de obra" no Brasil e em Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.type |
magazine article |
pt_BR |
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