| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
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| dc.contributor.advisor |
Petry, Franciele Bete |
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| dc.contributor.author |
Veloso, Victória Santos de Faria |
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| dc.date.accessioned |
2025-10-31T23:31:18Z |
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| dc.date.available |
2025-10-31T23:31:18Z |
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| dc.date.issued |
2025 |
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| dc.identifier.other |
394418 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269790 |
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| dc.description |
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2025. |
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| dc.description.abstract |
A pesquisa tem como objetivo mapear os vínculos metodológicos entre a contribuição recente
de Nancy Fraser, desenvolvida na última década, e duas tradições críticas ao capitalismo: a
Teoria Crítica, sobretudo no campo da teoria das crises, e as Teorias Feministas Marxistas.
Partimos da hipótese de que o diagnóstico fraseriano da crise como fenômeno multidimensional
evidencia limitações nessas tradições, impulsionando uma reconfiguração teórica por parte da
autora, que valoriza seus pontos fortes ao mesmo tempo em que reconhece suas restrições.
Buscamos compreender como, a partir dessa reconfiguração, Fraser estrutura uma “teoria
unitária” singular, isto é, uma crítica interna ao capitalismo que integra a análise das
desigualdades de gênero como componente estrutural desse ordenamento, articulando-a a uma
reflexão normativa voltada à transformação social. No primeiro capítulo, aprofundamos o
entendimento da crise combinada, que envolve tanto o capitalismo quanto a crítica, por meio
da análise dos fatores que resultaram no afastamento dos frankfurtianos da crítica ao
capitalismo. Em seguida, examinamos a concepção expandida de capitalismo proposta por
Fraser, com ênfase nos conceitos de ordem social institucionalizada e lutas de fronteira.
Posteriormente, discutimos o papel da crítica feminista em seu pensamento, evidenciando as
tensões entre feminismo e capitalismo. Por fim, apontamos que o diálogo de Fraser com os
feminismos fortalece seu projeto anticapitalista abrangente, cuja possibilidade de vingar
depende da atuação coordenada de diversos atores sociais nas disputas em torno das fronteiras
que sustentam as sociedades capitalistas. |
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| dc.description.abstract |
Abstract:This research aims to trace the methodological connections between Nancy Fraser’s work
developed over the past decade and two critical traditions of capitalism: Critical Theory,
particularly in the area of crisis theories, and marxist feminist Theories. The study is based on
the hypothesis that Fraser’s diagnosis of the crisis as a multidimensional phenomenon exposes
limitations within these traditions, prompting a theoretical reconfiguration that acknowledges
their strengths while addressing their shortcomings. The objective is to understand how,
through this reconfiguration, Fraser develops a distinctive “unitary theory” — an internal
critique of capitalism that incorporates gender and race as fundamental structuring elements of
the social order, combined with a normative reflection aimed at social transformation. The first
chapter explores the combined crisis affecting both capitalism and critical theory by analyzing
the factors that caused the Frankfurt School’s disengagement from capitalist critique. It then
explores Fraser’s expanded concept of capitalism, focusing on the notion of capitalism as an
institutionalized social order and boundary struggles. The study concludes by suggesting that
Fraser’s engagement with feminist thought can reinforce her comprehensive anticapitalist
agenda, whose success depends on diverse social actors contesting the borders that uphold
capitalist societies. |
en |
| dc.format.extent |
161 p. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.subject.classification |
Filosofia |
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| dc.subject.classification |
Feminismo |
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| dc.title |
Fronteiras que vingam: crise multidimensional do capitalismo entre Teoria Crítica e Teorias feministas |
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| dc.type |
Dissertação (Mestrado) |
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