| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Diefenthaeler, Fernando |
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| dc.contributor.author |
Amorim, Débora Crispim |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T15:00:24Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T15:00:24Z |
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| dc.date.issued |
2025-08-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268563 |
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| dc.description |
Relatório Final submetido ao Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica em
Educação Física da Universidade Federal de
Santa Catarina. |
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| dc.description.abstract |
O objetivo do estudo foi comparar a capacidade de produção de torque no joelho de
ciclistas, corredores, triatletas e indivíduos fisicamente ativos (grupo controle).
Participaram do estudo 40 homens saudáveis (10 ciclistas, 10 corredores, 10
triatletas e 10 fisicamente ativos) com idade entre 18 e 45 anos (30,3±8,6 anos).
Foram realizadas duas contrações voluntárias isométricas máximas (CVMI) com
duração de 5 s, com intervalo de 2 minutos e com estímulo duplo sobreposto
durante o platô de força do CVMI. O pulso duplo potencializado foi aplicado 3s após
o CVMI com o participante relaxado. A partir da curva de torque, o pico de torque
voluntário (vPT), pico de torque evocado (ePT), estímulo duplo potencializado (PD),
nível de ativação voluntária (VAL) e taxa de desenvolvimento de torque (TDT) em 15,
30, 50, 100, 150 e 200 ms foram analisados. Os dados de vPT, ePT, PD e VAL foram
analisados usando uma ANOVA unidirecional para comparação entre grupos, e os
dados TDT foram analisados usando uma ANOVA bidirecional (grupo vs. tempo).
Comparar as variáveis com o teste post-hoc de Tukey. Todas as análises estatísticas
foram realizadas considerando p<0,05. Nenhuma interação de grupo foi observada
para vPT, ePT, PD e VAL. Nenhuma interação grupo vs. tempo foi observada para a
TDT. No entanto, foi observada uma interação significativa para o grupo, com
medidas de TDT menores para ciclistas em comparação com corredores e controle,
e com um TDT mais elevado do grupo controle em comparação com triatletas. Além
disso, foi possível observar uma interação temporal significativa, onde a TDT
independente do grupo foi maior em 50 ms comparado a 200 ms. Concluímos que
não há diferenças no vPT, ePT, PD e VAL de ciclistas, corredores, triatletas e
pessoas fisicamente ativas. Porém, os grupos apresentam diferenças na TDT com
medidas maiores para indivíduos fisicamente ativos. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
The aim of this study was to compare the knee torque production capacity among
cyclists, runners, triathletes, and physically active individuals (control group). The
study included 40 healthy men (10 cyclists, 10 runners, 10 triathletes, and 10
physically active individuals) aged between 18 and 45 years (30.3 ± 8.6 years). Two
maximum isometric voluntary contractions (MIVC) lasting 5 seconds each were
performed, with a 2-minute interval between them, and a double superimposed
stimulus was applied during the force plateau of the MIVC. A potentiated doublet
stimulus was also delivered 3 seconds after the MIVC, with the participant fully
relaxed. From the torque curve, the following variables were analyzed: peak
voluntary torque (vPT), evoked peak torque (ePT), potentiated doublet (PD),
voluntary activation level (VAL), and torque development rate (TDT) at 15, 30, 50,
100, 150, and 200 ms. The vPT, ePT, PD, and VAL data were analyzed using
one-way ANOVA for group comparisons, while TDT data were analyzed using
two-way ANOVA (group × time). Post-hoc comparisons were performed using
Tukey's test. All statistical analyses were conducted with a significance level set at p
< 0.05. No significant group differences were observed for vPT, ePT, PD, or VAL.
Likewise, no group × time interaction was found for TDT. However, a significant main
effect of the group was identified, showing lower TDT values for cyclists compared to
runners and the control group, and higher TDT values in the control group compared
to triathletes. Additionally, a significant main effect of time was found, with higher TDT
values at 50 ms compared to 200 ms, independent of group. In conclusion, no
differences were found in vPT, ePT, PD, or VAL among cyclists, runners, triathletes,
and physically active individuals. However, differences in TDT were observed, with
physically active individuals presenting higher TDT values. |
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| dc.format.extent |
24 |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianopolis |
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| dc.subject |
Esportes de resistência; Estimulação elétrica neuromuscular; Dinamômetro isocinético; Taxa de desenvolvimento de torque |
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| dc.subject |
Endurance sports; Neuromuscular electrical stimulation; Isokinetic dynamometer; Torque development rate. |
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| dc.title |
Capacidade de produção de torque no joelho em corredores, ciclistas, triatletas e fisicamente ativos |
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| dc.type |
video |
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| dc.contributor.advisor-co |
Lunardi, Morgana |
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