Efeito da Própolis na Indução de Resistência em Tomateiros: Avaliação das Enzimas Fenilalanina amônia-liases e Peroxidases
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Di Piero, Robson Marcelo |
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| dc.contributor.author |
LINS, Raquel |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T14:45:09Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T14:45:09Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268553 |
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| dc.description.abstract |
A cultura do tomateiro é uma das mais importantes do Brasil e do mundo, mas sofre grandes perdas em decorrência de inúmeros patógenos que a atacam. Com o objetivo de encontrar medidas alternativas aos agrotóxicos, neste estudo avaliou-se o potencial da própolis para o controle da mancha bacteriana. Foram utilizadas cinco fontes de própolis provenientes de diferentes regiões de Santa Catarina: Angelina (AN), Bom Retiro (BR), Florianópolis (FLN), São Joaquim (SJ) e Urupema (UR). O trabalho apresenta os resultados de uma série de experimentos in vivo que investigaram o potencial da própolis no controle da bactéria Xanthomonas gardneri, causadora da mancha foliar do tomateiro. A aplicação de extrato de própolis, em particular provenientes de Florianópolis e Urupema, mostrou-se eficaz na redução de lesões foliares, sugerindo a indução de resistência ou um efeito de controle direto da doença nas plantas. O estudo foi conduzido em três etapas. No primeiro experimento, a aplicação da própolis 3 dias antes da inoculação da bactéria resultou em um controle significativo da infecção. Na etapa seguinte, a fonte de própolis de Florianópolis destacou-se por proporcionar o melhor controle da bactéria. Por fim, avaliou-se o tempo de aplicação do tratamento, e os resultados indicam que o intervalo de 3 dias antes da inoculação é particularmente eficaz, apresentando uma diferença significativa em comparação com o intervalo de 1 dia. Paralelamente aos experimentos de controle de doenças, foram observadas a dinâmica das enzimas fenilalanina amônia-liases (FAL) e peroxidases (POX) em plantas de tomateiro tratadas com água destilada (testemunha), acibenzolar-S-metil (ASM), duas fontes de própolis (Florianópolis e Bom Retiro) e desafiadas por Xanthomonas gardneri. O aumento nas atividades dessas enzimas tem sido associado a respostas inespecíficas de defesa vegetal. O experimento foi organizado em delineamento inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 4 X 2 (4 tratamentos versus inoculação ou não) e 3 repetições com duas plantas por repetição. Os tempos de coleta foram 3 e 5 dias após a aplicação dos produtos, sendo que no 3º dia houve a inoculação. A atividade da FAL foi aumentada pela aplicação de ASM embora não estatisticamente significativa em comparação aos outros tratamentos. Peroxidases não apresentaram aumento da atividade pela aplicação dos tratamentos. Conclui-se que os extratos de própolis apresentam potencial para o controle da mancha bacteriana do tomateiro, mas não foi comprovada a participação de enzimas de defesa da planta, como a FAL e a POX, na redução da severidade da doença. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Própolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Xanthomonas |
pt_BR |
| dc.subject |
resistência |
pt_BR |
| dc.subject |
tomateiro |
pt_BR |
| dc.title |
Efeito da Própolis na Indução de Resistência em Tomateiros: Avaliação das Enzimas Fenilalanina amônia-liases e Peroxidases |
pt_BR |
| dc.type |
report |
pt_BR |
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