Educação linguística crítica em tempos reacionários: investigando as políticas de ensino de línguas brasileiras e seus impactos locais
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Silva, Leonardo da |
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| dc.contributor.author |
Barboza, Fernanda Borda |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T14:42:22Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T14:42:22Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268546 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Língua e Literatura Estrangeira. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este vídeo sintetiza uma pesquisa sobre os impactos das políticas de ensino de línguas, em especial a Base Nacional Comum Curricular (2017), nas práticas pedagógicas dos professores de línguas adicionais em escolas públicas de Florianópolis e região. O estudo, fundamentado na pedagogia crítica (Freire, 1996; hooks, 1994), no ensino crítico de línguas (Crookes, 2013; Silva, 2018; Farias (2018) e nos estudos de políticas linguísticas (Shohamy, 2006), caracteriza-se como qualitativo e interpretativista (Moita Lopes, 1994), e foi conduzido por meio de entrevistas semiestruturadas a 10 professores de línguas adicionais (05 de inglês e 05 de espanhol). Os dados foram analisados segundo a Análise de Conteúdo de Bardin (2011) e organizados em cinco eixos: (i) papel docente e concepção de língua; (ii) percepções sobre as políticas de ensino de línguas; (iii) condições materiais; (iv) resistências e (v) afetos no trabalho pedagógico. Sobre o papel docente os resultados mostraram que os professores oscilam entre uma concepção crítica da docência e visões mais alinhadas a exames e ao mercado. As políticas oficiais, em especial a BNCC, foram percebidas de forma distante e burocrática, ao mesmo tempo em que despertaram críticas e benefícios pragmáticos e pontuais. Além disso, percebeu-se que as condições materiais precárias funcionam como políticas implícitas que limitam o trabalho docente. Ainda assim, dos relatos emergem resistências por meio de estratégias coletivas, ressignificações e afetos que sustentam a prática pedagógica. Conclui-se que, embora as políticas imponham limitações, os professores criam brechas e resistem, o que reforça a necessidade de formação continuada, espaços coletivos de reflexão e apoio institucional. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Resumo (1746 caracteres) + video (4:55) |
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| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
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| dc.subject |
Ensino crítico de línguas; Política linguística; Pedagogia crítica; Resistência docente. |
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| dc.title |
Educação linguística crítica em tempos reacionários: investigando as políticas de ensino de línguas brasileiras e seus impactos locais |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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