O papel do fogo na germinação de sementes de espécies dos campos de altitude do planalto catarinense

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O papel do fogo na germinação de sementes de espécies dos campos de altitude do planalto catarinense

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Dechoum, Michele de Sá
dc.contributor.author Jardim, Karolina Vieira
dc.date.accessioned 2025-09-09T14:35:45Z
dc.date.available 2025-09-09T14:35:45Z
dc.date.issued 2025-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268536
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas Departamento de Ecologia e Zoologia pt_BR
dc.description.abstract Sementes são fundamentais para a dispersão e perpetuação das espécies vegetais, embora sua germinação possa ser limitada por fatores ambientais e pela dormência fisiológica, que retarda a emergência até que condições favoráveis sejam atingidas. O fogo, comum em ecossistemas propensos a incêndios, pode atuar como estímulo germinativo, favorecendo a germinação de espécies com dormência fisiológica. Em campos do sul do Brasil, plantas apresentam adaptações, como gemas dormentes, que garantem sobrevivência e regeneração após distúrbios; no entanto, ainda se sabe pouco sobre o papel do fogo na quebra da dormência de sementes campestres. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar o efeito do fogo na quebra de dormência fisiológica de espécies campestres em campos de altitude no sul do Brasil, partindo da hipótese de que o calor aumentaria a germinação de sementes com dormência fisiológica e que as espécies seriam resistentes a altas temperaturas devido à adaptação a um regime de fogo. Coletamos sementes de diferentes espécies nativas em áreas de campos de altitude no Parque Nacional de São Joaquim (SC). Submetemos as sementes dessas espécies a quatro tratamentos em laboratório: 1) 50°C por 1 min; 2) 100°C por 1 min; 3) Luz; e 4) controle (sem choque térmico) Após os tratamentos, testamos a viabilidade das sementes que não germinaram por meio de teste de tetrazólio. Os resultados indicaram que duas das espécies apresentaram dormência fisiológica, mas os tratamentos aplicados não foram eficazes na sua superação. Em contrapartida, outras espécies demonstraram elevada resistência ao calor, apresentando altas porcentagens e velocidade de germinação em todos os tratamentos. Essas respostas sugerem diferentes estratégias adaptativas à recorrência do fogo, nas quais a germinação rápida e resistente ao calor pode representar uma vantagem competitiva significativa para o recrutamento e estabelecimento em áreas abertas. O nosso estudo apresenta resultados inéditos sobre a germinação em ecossistemas campestres, expandindo o conhecimento existente sobre esses ambientes e fornecendo bases para planos de manejo que considerem o papel do fogo, contribuindo para estratégias de restauração dos campos. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Ecossistemas campestres pt_BR
dc.subject Dormência fisiológica pt_BR
dc.subject Tratamento térmico pt_BR
dc.subject Restauração ecológica pt_BR
dc.title O papel do fogo na germinação de sementes de espécies dos campos de altitude do planalto catarinense pt_BR
dc.type video pt_BR


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