GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária

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GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Caumo, Karin Silva
dc.contributor.author Costa, Laura Maciel
dc.date.accessioned 2025-09-09T12:57:29Z
dc.date.available 2025-09-09T12:57:29Z
dc.date.issued 2025-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268386
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Análises Clínicas. pt_BR
dc.description.abstract As amebas de vida livre (AVL) do gênero Acanthamoeba e Naegleria, são protozoários anfizóicos que podem causar infecções graves e potencialmente fatais, como a ceratite amebiana (AK) e a meningoencefalite amebiana primária (MAP). As opções terapêuticas atuais são limitadas, com baixa eficácia e alta toxicidade, como observado no uso da anfotericina B. Nesse cenário, metalofármacos têm emergido como alternativas promissoras, com destaque para fendionas metálicas e complexos de ouro, previamente descritos pelo alto potencial de atividade antiprotozoária. Este trabalho teve como objetivo padronizar metodologias e avaliar o potencial amebicida de compostos metálicos frente a Naegleria gruberi, utilizada como modelo não patogênico da espécie N. fowleri, para padronização de ensaios de crescimento, viabilidade e atividade amebicida. A curva de crescimento confirmou o comportamento esperado da espécie, enquanto o ensaio com AlamarBlue® mostrou-se adequado para estimar a densidade trofozoítica, sobretudo nas primeiras 24 horas. A anfotericina B confirmou sua potente atividade, validando o método empregado. Na triagem inicial, fendionas metálicas (Zn, Cu, Ag) e complexos de cobre-metformina apresentaram atividade relevante, destacando-se o complexo zinco-fendiona (Znphen) pela eficácia associada à biocompatibilidade, enquanto a 1,10-fenantrolina exibiu efeito moderado e o zinco isolado não mostrou atividade significativa. Em contrapartida, os derivados de ouro (C3a, C3b, C4a e C4b) exibiram potente ação antitrofozoítica, reduzindo a viabilidade de N. gruberi para cerca de 20% em concentrações entre 200–50 µM, com manutenção de efeito em doses menores. Entre eles, o composto C4a demonstrou maior atividade antitrofozoitica na redução da viabilidade mesmo em concentrações reduzidas. Os achados reforçam o potencial de compostos metálicos, especialmente os complexos de ouro, como candidatos promissores no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas contra amebas de vida livre, ao mesmo tempo em que contribuem para a consolidação de metodologias aplicáveis a futuras triagens de fármacos. pt_BR
dc.format.extent Vídeo. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject amebas de vida livre pt_BR
dc.subject Naegleria sp. pt_BR
dc.subject metalofármacos pt_BR
dc.subject meningoencefalite amebiana primária pt_BR
dc.title GOLDHOUR: Complexos de ouro como fármacos promissores para o tratamento da ceratite amebiana e meningoencefalite amebiana primária pt_BR
dc.type video pt_BR


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