O que os cérebros de tubarões e raias nos contam sobre seus estilos de vida?
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Freitas, Renato Hajenius Aché de |
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| dc.contributor.author |
Oliveira, Sofia Cézar de |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T12:21:31Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T12:21:31Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268307 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro de Ciências Biológicas.
Departamento de Ecologia e Zoologia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Tubarões e raias são peixes elasmobrânquios com ampla diversidade de hábitos e estilos de vida, refletidos na organização de seu sistema nervoso central. Este estudo analisou a estrutura encefálica de cinco espécies e suas possíveis relações com parâmetros ecológicos. Para isso, a densidade celular do telencéfalo, cerebelo, medula oblonga, mesencéfalo e diencéfalo foi estimada pelo protocolo do fracionador isotrópico. Foram identificados quatro padrões principais: Dasyatis hypostigma e Sphyrna zygaena apresentaram cerebelo com maior densidade celular e sem diferenças significativas nas regiões restantes, padrão condizente com o deslocamento ativo das espécies pela coluna d’água e substrato; Rhinoptera bonasus exibiu o diencéfalo com valores de densidade intermediários em relação ao cerebelo (de maior densidade) e as demais regiões (menos densas), indicando especializações associadas à formação de grandes cardumes; Squatina guggenheim teve o cerebelo como região mais densa, porém com pouco contraste em relação às outras regiões, além de baixa densidade celular na medula oblonga e mesencéfalo, possivelmente refletindo sua estratégia de emboscada e menor demanda por controle motor fino; Pseudobatos horkelii exibiu um arquétipo similar ao de S. guggenheim, evidenciando o hábito demersal comum entre ambos, contudo apresentou aumento na celularização no cerebelo, que se alinha com maior atividade de deslocamento e natação. Os resultados indicam que a densidade celular encefálica é um parâmetro relevante para identificar particularidades ecológicas, já que reflete demandas sensoriais, motoras e cognitivas associadas a diferentes estilos de vida. Este trabalho reforça a importância de ampliar pesquisas acerca da neurobiologia de elasmobrânquios, sobretudo por abordagens integrativas que explorem o papel de mecanismos ecológicos, comportamentais e evolutivos na organização do encéfalo desses animais. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Neuroecologia |
pt_BR |
| dc.subject |
Elasmobrânquios |
pt_BR |
| dc.title |
O que os cérebros de tubarões e raias nos contam sobre seus estilos de vida? |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Alencar, Mateus Rachewsky de |
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