Avaliação da toxicidade reprodutiva promovida pelo piriproxifeno em camundongos machos expostos da pré-puberdade à maturidade sexual

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Avaliação da toxicidade reprodutiva promovida pelo piriproxifeno em camundongos machos expostos da pré-puberdade à maturidade sexual

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Leite, Gabriel Adan Araújo
dc.contributor.author Tomé, Any Heloisa da Silva
dc.date.accessioned 2025-09-08T19:02:38Z
dc.date.available 2025-09-08T19:02:38Z
dc.date.issued 2025-09-07
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268213
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética. pt_BR
dc.description.abstract Diante de um modelo econômico pautado na agricultura em larga escala, o Brasil se destaca como um dos maiores consumidores de agrotóxicos no mundo, os quais provocam impactos significativos tanto na saúde humana quanto no meio ambiente. O piriproxifeno (PPF), empregado no controle de pragas agrícolas e como princípio ativo de larvicidas contra o mosquito Aedes aegypti, apresenta potencial tóxico para organismos não-alvo. Este trabalho visou investigar os possíveis impactos dessa exposição em camundongos, com o objetivo de estimar suas implicações para a saúde reprodutiva masculina em humanos. No presente estudo, foram utilizados 30 camundongos machos da linhagem Swiss, distribuídos em três grupos experimentais (n = 10/grupo): grupo controle (veículo: solução salina 0,9% e DMSO) e dois grupos expostos ao PPF nas doses de 0,1 e 1 mg/kg diluídas em veículo. O tratamento compreende o período desde o dia pós-natal (DPN) 23 até o DPN 80, quando os animais atingem a maturidade sexual. Durante o tratamento, foram analisados a idade de instalação da puberdade e a massa dos animais nesta idade. No DPN 80, foram avaliadas as massas dos órgãos reprodutores, e a qualidade espermática. Os resultados obtidos demonstram que a exposição ao PPF causou um atraso na idade de instalação da puberdade nos camundongos, com maior impacto nos animais expostos à dose de 0,1 mg/Kg. Observou-se também um aumento na massa corporal dos animais tratados com PPF no dia da instalação da puberdade, associado a esse atraso. Em relação à qualidade espermática, houve uma redução na vitalidade e motilidade dos espermatozoides em ambas as doses de PPF. A menor dose de PPF (0,1 mg/Kg) também promoveu a um aumento nas anormalidades de cabeça e cauda dos espermatozoides. Adicionalmente, a dose de 1 mg de PPF resultou em uma redução no número de espermátides maduras no testículo e na produção diária espermática. Esses desfechos indicam toxicidade reprodutiva masculina em camundongos expostos ao PPF desde a pré-puberdade e sugerem um possível risco à saúde reprodutiva de homens expostos ao PPF de forma prolongada desde a infância e adolescência. Ainda, reforça-se a necessidade de reavaliação das doses de PPF consideradas seguras para a exposição humana. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Inseticidas pt_BR
dc.subject Roedores pt_BR
dc.subject Reprodução masculina pt_BR
dc.subject Toxicidade pt_BR
dc.title Avaliação da toxicidade reprodutiva promovida pelo piriproxifeno em camundongos machos expostos da pré-puberdade à maturidade sexual pt_BR
dc.type video pt_BR


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Iniciação Científica.mp4 19.78Mb MPEG-4 video View/Open PPF

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