Determinantes da parentalidade em famílias com crianças com transtorno do espectro autista
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Vieira, Mauro Luís |
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| dc.contributor.author |
Simionatto, Ana Paula Regalin |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-08T18:03:19Z |
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| dc.date.available |
2025-09-08T18:03:19Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-07 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268189 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de Psicologia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por déficits na comunicação e interação social, além de padrões restritos e repetitivos de comportamento, que podem gerar impactos significativos no funcionamento pessoal e social da criança, exigindo adaptações na dinâmica familiar. A parentalidade, enquanto fenômeno relacional e dinâmico, exerce papel central nesse contexto, podendo atuar tanto como fator de proteção quanto de risco. Práticas parentais consistentes, responsivas e afetuosas tendem a favorecer a adaptação infantil, enquanto práticas inconsistentes ou coercitivas podem intensificar comportamentos desafiadores e dificultar o desenvolvimento socioemocional. Este estudo teve como objetivo identificar perfis comportamentais em crianças com TEA e examinar suas associações com dimensões da parentalidade. Participaram 50 responsáveis por crianças de 3 a 11 anos diagnosticadas com TEA, predominantemente mães (83,6%), que responderam ao Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ) e ao Inventário Multidimensional de Parentalidade (IMP). Os dados foram coletados por meio de formulário online e analisados utilizando estatísticas descritivas e análise de clusters hierárquica (método de Ward), resultando na identificação de quatro perfis comportamentais distintos. Esses perfis apresentaram variações nos níveis de sintomas emocionais, problemas de conduta, hiperatividade, comportamento pró-social e relacionamento com pares, bem como nas práticas parentais positivas e negativas. Os quatro perfis identificados evidenciam que o impacto do TEA na dinâmica familiar não é uniforme, mas depende da interação entre demandas comportamentais e recursos parentais disponíveis. Nesse sentido, a valorização da heterogeneidade tanto do funcionamento infantil quanto das práticas parentais permite direcionar intervenções mais sensíveis e ajustadas às necessidades específicas de cada família. Esses achados reforçam a natureza bidirecional da relação entre comportamento infantil e parentalidade, indicando que tanto os desafios comportamentais quanto os recursos parentais contribuem para a configuração das dinâmicas familiares no contexto do TEA. Conclui-se que intervenções devem considerar a diversidade e as particularidades do espectro, promovendo práticas parentais consistentes, responsivas e afetivas como fatores de proteção e mediadoras do desenvolvimento infantil. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Transtorno do espectro autista |
pt_BR |
| dc.subject |
Parentalidade |
pt_BR |
| dc.subject |
Comportamento infantil |
pt_BR |
| dc.subject |
Práticas parentais |
pt_BR |
| dc.subject |
Desenvolvimento infantil |
pt_BR |
| dc.title |
Determinantes da parentalidade em famílias com crianças com transtorno do espectro autista |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Souza, Carolina Duarte de |
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| dc.contributor.advisor-co |
Reis, Henrique Lima |
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| dc.contributor.advisor-co |
Lopes, Marcos Adriano Soares |
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