Governamentalidade algorítmica e fandom como política: os tecnodiscursos do fandom do BTS
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Butturi Junior, Atilio |
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| dc.contributor.author |
Lavega, Daniely Karolaine de |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-08T17:46:21Z |
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| dc.date.available |
2025-09-08T17:46:21Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-09 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268184 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Comunicação e Expressão. Curso de Letras – Português. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A pesquisa intitulada Governamentalidade algorítmica e fandom como política: os tecnodiscursos do fandom da Taylor Swift foi originalmente pensada para o estudo do fandom da cantora norte-americana Taylor Swift, mas foi revisada para analisar o fandom do grupo sul-coreano BTS. Desenvolvida ao longo de quatro meses e finalizada com a entrega de um relatório parcial, esta investigação se propunha a examinar a interseção entre a cultura popular e a política na era digital.
O objetivo central era analisar os tecnodiscursos do fandom do BTS na rede social X (antigo Twitter) entre 2020 e 2024 e investigar a relação desses discursos com a política no Brasil durante o mesmo período. Para isso, sob uma perspectiva neomaterialista, a pesquisa recorria aos conceitos de discurso, poder e saber de Michel Foucault e à noção ampliada de dispositivo de Giorgio Agamben, aprofundando-se ainda no conceito de governamentalidade algorítmica proposto por Rouvroy e Berns, que investigava os algoritmos das plataformas digitais como mecanismos de poder e controle. O estudo também incorporou o conceito de anti-fandom, revelando que o ódio e a oposição podem ser tão mobilizadores quanto a admiração.
Os resultados parciais indicaram que o engajamento dos fãs nas redes sociais digitais, como o X, possui uma dimensão política. A análise dos tecnodiscursos também apontou para uma relação significativa entre o fandom do BTS e os apoiadores de políticos no Brasil, visto que ambos utilizavam as plataformas on-line para intensificar ações políticas. Além disso, tanto o grupo BTS quanto figuras políticas, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, recorriam a essas plataformas para criar laços afetivos e conquistar adesão digital.
O fandom foi reconhecido como uma comunidade capaz de mobilizar ações sociais e filantrópicas, mas também criticado e retratado como manipulável e excessivamente leal. Esse cenário não se restringiu ao universo do entretenimento, mas também se manifestou na política brasileira. Os discursos de determinados grupos políticos foram vistos de maneira similar: ora como uma força de mobilização, ora como um sinal de apoio cego a certas figuras. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Resumo + Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Governamentalidade |
pt_BR |
| dc.subject |
Algoritmo |
pt_BR |
| dc.subject |
Fandom |
pt_BR |
| dc.title |
Governamentalidade algorítmica e fandom como política: os tecnodiscursos do fandom do BTS |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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