Desfecho da Valência Afetiva após prática de exercício intervalado em ambiente com poluição atmosférica por mulheres fisicamente ativas

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Desfecho da Valência Afetiva após prática de exercício intervalado em ambiente com poluição atmosférica por mulheres fisicamente ativas

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Cruz, Ramon
dc.contributor.author Lino, Ana Caroline Nunes Pereira
dc.date.accessioned 2025-09-04T11:48:08Z
dc.date.available 2025-09-04T11:48:08Z
dc.date.issued 2025-09-03
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267914
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Desportos Departamento de Educação Física pt_BR
dc.description.abstract A população mundial está exposta à poluição do ar quase na sua totalidade, especificamente, 99% das pessoas respiram poluentes no dia-a-dia. A exposição a poluição do ar tem sido associada com o decréscimo na saúde e nas sensações de bem-estar, especialmente em mulheres. Embora os mecanismos de ação ainda não estejam completamente elucidados, tem sido sugerido que respostas psicofisiológicas guardem relação com os efeitos negativos ocasionados pela poluição do ar. Contrariamente, os exercícios de alta intensidade podem possuir um papel importante na promoção da saúde e do bem-estar. Embora a exposição aos poluentes aumente em exercícios de alta intensidade, devido ao aumento nas taxas de ventilação, ainda não está claro se os benefícios do exercício físico para o bem-estar podem ser suprimidos pela poluição do ar. Nesse sentido, o presente estudo buscou verificar se realizar exercício intervalado de alta intensidade (EI) em ambiente urbano com maior ou menor concentração de poluentes, pode modificar as respostas afetivas de mulheres. Quatorze mulheres fisicamente ativas (idade: 30 ± 7 anos, massa corporal: 65,6 ± 5,7 kg, estatura: 164,0 ± 5,8 cm, consumo máximo de oxigênio (VO2máx): 45,1 ± 6,5 ml·kg-1·min-1, e níveis autorrelatados de atividade física: 303,9 ± 146,8 min∙semana-1) participaram desse estudo e realizaram o EI em dois ambientes urbanos distintos – um com maior e outro com menor concentração de material particulado de diâmetro 2,5 µm ([MP2,5]). O protocolo de EI se constituiu por 10 repetições de 1 minuto em alta intensidade (i.e. 100% da velocidade associada ao VO2máx – vVO2máx), intercaladas por repetições de recuperação ativa (40% vVO2máx) de 1 minuto. As respostas afetivas das mulheres foram coletadas nos momentos 10 minutos (Baixas [MP2,5]: 2,00 ± 2,77; Altas [MP2,5]: 2,50 ± 2,53) e 1 hora (Baixas [MP2,5]: 2,14 ± 2,54; Altas [MP2,5]: 2,50 ± 2,62) após o EI e por meio da escala de valência afetiva (EVA). Por circunstâncias adversas, não foi possível coletar as respostas afetivas no momento 24 horas após o esforço. Assim, foram encontrados resultados positivos similares após o EI em ambos ambientes urbanos (EVA > 0,0, P < 0,05) e não foram encontradas diferenças significativas nas respostas entre os ambientes (P > 0,05). Nossos achados indicam que os efeitos positivos causados pelo EI, exclusivamente para o afeto, permanecem apesar da exposição a poluição do ar nos ambientes urbanos. pt_BR
dc.format.extent Vídeo + Resumo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Bem-estar pt_BR
dc.subject Exercício físico pt_BR
dc.subject Mulheres pt_BR
dc.subject Material particulado pt_BR
dc.title Desfecho da Valência Afetiva após prática de exercício intervalado em ambiente com poluição atmosférica por mulheres fisicamente ativas pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co Oneda, Gustavo


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