Bem-estar subjetivo como medida de progresso: implicações para formulação de políticas públicas no Brasil

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Bem-estar subjetivo como medida de progresso: implicações para formulação de políticas públicas no Brasil

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Steingraber, Ronivaldo
dc.contributor.author Iusim, Alexandre Duarte
dc.date.accessioned 2025-08-28T22:00:49Z
dc.date.available 2025-08-28T22:00:49Z
dc.date.issued 2025-08-15
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267729
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia. pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho examina as potencialidades e limitações da incorporação do bem-estar subjetivo como referência explícita na formulação de políticas públicas no Brasil. Inserido no campo interdisciplinar da Economia da Felicidade, investiga como a análise de satisfação com a vida pode complementar os critérios tradicionais de desenvolvimento, ampliando a compreensão sobre progresso social. A metodologia da pesquisa é exploratória, com revisão bibliográfica e análise comparativa baseada em dados do World Happiness Report e do FGV Social, sem aplicação de métodos quantitativos próprios. Aborda-se determinantes como renda, saúde mental, confiança institucional e relações interpessoais, bem como críticas metodológicas e éticas à mensuração da felicidade. O estudo dedica atenção especial ao contexto brasileiro, marcado por desigualdades persistentes, baixa confiança interpessoal e desafios na prestação de serviços públicos, dialogando com experiências internacionais que incorporam métricas subjetivas às agendas governamentais. Conclui-se que, ao enriquecer a interpretação proporcionada pelos indicadores tradicionais, o bem-estar subjetivo oferece subsídios para políticas mais responsivas, democráticas e alinhadas às percepções e necessidades concretas da população. pt_BR
dc.description.abstract This study examines the potential and limitations of incorporating subjective well-being as an explicit reference in the formulation of public policies in Brazil. Within the interdisciplinary field of the Economics of Happiness, it explores how life satisfaction analysis can complement traditional development criteria, broadening the understanding of social progress. The research follows an exploratory methodology, combining bibliographic review and comparative analysis based on data from the World Happiness Report and FGV Social, without the application of original quantitative methods. Determinants such as income, mental health, institutional trust, and interpersonal relationships are addressed, alongside methodological and ethical critiques of happiness measurement. Special attention is devoted to the Brazilian context, marked by persistent inequalities, low interpersonal trust, and challenges in the provision of public services, while drawing comparisons with international experiences that integrate subjective metrics into governmental agendas. The study concludes that, by enriching the interpretation provided by traditional indicators, subjective well-being offers valuable inputs for more responsive, democratic, and citizen-centered policies. pt_BR
dc.format.extent 61 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject bem-estar subjetivo pt_BR
dc.subject economia da felicidade pt_BR
dc.subject políticas públicas pt_BR
dc.subject Brasil pt_BR
dc.subject desenvolvimento pt_BR
dc.title Bem-estar subjetivo como medida de progresso: implicações para formulação de políticas públicas no Brasil pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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TCC - Alexandre Duarte Iusim.pdf 1.550Mb PDF View/Open TCC

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