Práticas docentes na Educação Infantil com crianças acompanhadas ou indicadas para o AEE: o que nos dizem os registros?
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Christofari, Ana Carolina |
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| dc.contributor.author |
de Souza, Karolayne Koch |
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| dc.date.accessioned |
2025-08-28T21:04:09Z |
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| dc.date.available |
2025-08-28T21:04:09Z |
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| dc.date.issued |
2025-06-25 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267724 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Pedagogia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este Trabalho de Conclusão de Curso busca analisar de que maneira o olhar da medicalização é produzido e sustentado nas práticas pedagógicas, a partir da análise de avaliações nomeadas como parecer descritivo e encaminhamentos do Atendimento Educacional Especializado (AEE), realizados por professoras da Educação Infantil da Rede Municipal de Florianópolis, tendo como metodologia de análise de registros escritos e elaborados pelas professoras da Educação Infantil. Esse estudo tem como objetivo compreender como a medicalização da infância se manifesta nas escritas pedagógicas, sobretudo em crianças vistas como fora do padrão esperado pela instituição. A pesquisa parte do entendimento de que o processo de medicalização tem atravessado o cotidiano escolar ao transformar comportamentos e formas de ser próprias da infância em sintomas de transtornos, enfatizando o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Nesse contexto, o diagnóstico passa a ocupar lugar central na forma como as professoras enxergam essas crianças, o que afeta na elaboração de suas práticas pedagógicas. Notou-se, por meio da análise documental, que muitas avaliações e encaminhamentos do AEE não trazem proposições pedagógicas específicas, mas dirigem-se a reforçar características, sobretudo comportamentais, que amparam ou justificam a indicação de um diagnóstico. Os resultados apontam para um discurso que sustenta práticas excludentes e olha para o encaminhamento do AEE como uma resposta institucional mais certeira, transferindo a responsabilidade pedagógica para o campo clínico. |
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| dc.format.extent |
69 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Práticas Pedagógicas; Medicalização; Infância; Educação Infantil. |
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| dc.title |
Práticas docentes na Educação Infantil com crianças acompanhadas ou indicadas para o AEE: o que nos dizem os registros? |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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