Análise das Fontes de Receitas das Confederações Olímpicas Brasileiras

DSpace Repository

A- A A+

Análise das Fontes de Receitas das Confederações Olímpicas Brasileiras

Show simple item record

dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Borba, José Alonso
dc.contributor.author Maldaner, Kelly Fritzen
dc.date.accessioned 2025-07-18T17:36:31Z
dc.date.available 2025-07-18T17:36:31Z
dc.date.issued 2023-12-06
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266768
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Ciências Contábeis. pt_BR
dc.description.abstract Introdução/Problematização: Assim como em outros países, no Brasil há uma instituição que coordena entidades esportivas em nível nacional, o Comitê Olímpico do Brasil, em que cada modalidade esportiva é representada por uma confederação vinculada a ele. Essas organizações recebem recursos governamentais oriundos das loterias federais, por meio do que é determinado pelas Leis No 10.264 e No 13.756. Também arrecadam valores referentes a patrocínios, doações e outros receitas advindas de suas atividades operacionais. Objetivo/proposta: Objetiva-se analisar as fontes de receitas das confederações olímpicas brasileiras no ciclo de Tóquio (2016 a 2021). Classifica-se as receitas de acordo com suas fontes e elabora-se análises com relação a variação das receitas no período bem como sobre a estrutura de arrecadação de recursos. Procedimentos Metodológicos: A população da pesquisa é composta pelas 34 confederações olímpicas brasileiras e pelo próprio COB. Os dados foram coletados das Demonstrações Financeiras Completas das entidades em seus respectivos websites, tendo as fontes de receitas separadas em quatro categorias: recursos governamentais, patrocínios, recursos próprios e outros recursos. Principais Resultados: Os resultados indicam que a maioria das confederações olímpicas possui dependência dos subsídios do governo, que aumentou sua participação nas receitas totais ao longo dos anos. Em comparação, os demais grupos possuíram suas participações reduzidas no mesmo período. Adicionalmente se notou um aumento na divulgação dos relatórios entre 2016 e 2021, o que implica em maior transparência dessas organizações. Considerações Finais/Conclusão: Apesar do aumento da publicação das demonstrações, apenas 57% das confederações apresentaram todos os demonstrativos requeridos pela legislação. Ainda, a ausência de divulgação completa destas demonstrações limita o acesso dos usuários às informações financeiras dessas organizações. Com relação a arrecadação destas organizações, a maioria das confederações tem suas receitas provenientes de repasses governamentais, nacionais ou internacionais Contribuições do Trabalho: Espera-se contribuir na análise da diversificação das receitas das confederações olímpicas do Brasil, verificando possíveis dependências de recursos. Além disso, salienta-se a relevância do desporto em âmbito internacional, onde este aumenta os investimentos, melhora o prestígio diplomático e promove a eficiência e o desenvolvimento socioeconômico do país pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Confederações Olímpicas Brasileiras pt_BR
dc.subject Comitê Olímpico do Brasil pt_BR
dc.subject Lei Agnelo-Piva pt_BR
dc.subject Lei das Loterias pt_BR
dc.subject Receitas pt_BR
dc.title Análise das Fontes de Receitas das Confederações Olímpicas Brasileiras pt_BR
dc.type article pt_BR


Files in this item

Files Size Format View
artigo final - kelly fritzen.pdf 469.9Kb PDF View/Open

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Browse

My Account

Statistics

Compartilhar