Perfil epidemiológico e mortalidade por litíase urinária no Brasil no período de 2013-2023
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Garcez, Michelle Lima |
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| dc.contributor.author |
Loch, Isadora Rotta |
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| dc.contributor.author |
Loch, Isadora Rotta |
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| dc.date.accessioned |
2025-07-10T17:12:40Z |
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| dc.date.available |
2025-07-10T17:12:40Z |
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| dc.date.issued |
2025-06-26 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266189 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Introdução: Os cálculos renais resultam da agregação de sais na urina, sendo
chamados de nefrolitíase nos rins e urolitíase nas vias urinárias. No Brasil, apesar dos
dados epidemiológicos serem de acesso público, não há nenhum estudo
caracterizando a mortalidade da litíase, causando falta de informação e conhecimento
desses dados. Objetivo: Realizar caracterização epidemiológica e temporal da taxa
de mortalidade geral e proporcional por litíase urinária no Brasil no período entre 2013
a 2023, com base em dados secundários do DATASUS. Métodos: Trata-se de um
estudo observacional e retrospectivo, baseado em dados secundários do
SIM/DATASUS, entre 2013 e 2023. Foram incluídos óbitos por litíase urinária (CID10: N20 a N23), com análise por sexo, idade, raça/cor e região. As taxas de
mortalidade geral e proporcional foram calculadas utilizando estimativas populacionais
do IBGE. Resultados: A maior mortalidade por litíase ocorreu em mulheres, pessoas
brancas, com média de 67 anos de idade. Foram observadas mudanças temporais ao
longo dos 10 anos na taxa de mortalidade por litíase, em média, ocorreram 0,09 óbitos
a cada 100 mil habitantes e a mortalidade proporcional por litíase foi em média 0,01%
(1 a cada 10.000 mortes). Conclusões: Embora a litíase urinária representa apenas
0,01% das mortes registradas, trata-se de uma causa evitável quando tratada
adequadamente. Por causar risco relevante para complicações, como sepse,
especialmente em idosos e pessoas com comorbidades, e por conta da
subnotificação, é provável que o número de mortes associadas à litíase esteja
subestimado nos dados apresentados. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
25 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Litíase, mortalidade, epidemiologia, Brasil, saúde pública |
pt_BR |
| dc.title |
Perfil epidemiológico e mortalidade por litíase urinária no Brasil no período de 2013-2023 |
pt_BR |
| dc.type |
magazine article |
pt_BR |
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