Anticorpos monoclonais anti-CD123 como terapia para leucemia mieloide aguda: uma revisão sistemática de ensaios clínicos

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Anticorpos monoclonais anti-CD123 como terapia para leucemia mieloide aguda: uma revisão sistemática de ensaios clínicos

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Moraes, Ana Carolina Rabello de
dc.contributor.author Vito, Vitória Maria
dc.date.accessioned 2024-12-19T10:10:59Z
dc.date.available 2024-12-19T10:10:59Z
dc.date.issued 13-12-24
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/262233
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia. pt_BR
dc.description.abstract A leucemia mieloide aguda (LMA) é uma neoplasia hematológica caracterizada pela proliferação clonal e bloqueio da diferenciação de precursores mieloides, resultando em baixas taxas de sobrevida, especialmente em pacientes mais velhos e refratários ao tratamento. Os tratamentos padrões, como quimioterapia e transplante de células-tronco hematopoiéticas, apresentam limitações significativas devido à toxicidade e eficácia insuficiente a longo prazo. Por isso tem sido cada vez mais requisitadas as pesquisas para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento de LMA. Esta revisão sistemática foi construída de acordo com as diretrizes PRISMA e recomendações cochrane e avaliou eficácia e segurança do uso de anticorpos monoclonais anti-CD123 como tratamento isolado ou combinado para LMA. Foram incluídos oito ensaios clínicos, abrangendo abordagens como conjugados de anticorpos e medicamentos (ADC), anticorpos biespecíficos (BiAb) e terapias de redirecionamento de afinidade dual (DART). Apesar do potencial dessas terapias em contextos específicos, os resultados clínicos variaram amplamente, mostrando benefícios limitados na sobrevida global e significativa incidência de eventos adversos. A taxa de resposta geral variou de ausência de atividade clínica a 64%, enquanto a sobrevida global mediana foi entre 2,99 e 14 meses. Os efeitos adversos mais comuns incluíram síndrome de liberação de citocinas, reações relacionadas à infusão e complicações hematológicas, frequentemente levando à interrupção do tratamento ou redução das doses. A maioria dos estudos era de fase inicial, com elevado risco de viés, principalmente devido à ausência de randomização e tamanho amostral pequeno. Os achados sugerem que, embora os anticorpos anti-CD123 demonstrem potencial teórico, os desafios em segurança, tolerabilidade e eficácia consistentes limitam sua aplicação clínica. Em conclusão, os anticorpos monoclonais anti-CD123 não mostraram redução da mortalidade ou melhora da sobrevida global em pacientes com LMA. Pesquisas futuras com ensaios clínicos randomizados e mais robustos podem modificar as evidências geradas até o presente momento. pt_BR
dc.description.abstract Acute myeloid leukemia (AML) is a hematological malignancy characterized by clonal proliferation and differentiation blockade of myeloid precursors, resulting in low survival rates, particularly among older and treatment-refractory patients. Standard treatments, such as chemotherapy and hematopoietic stem cell transplantation, present significant limitations due to toxicity and insufficient long-term efficacy. Consequently, research into the development of novel drugs for AML treatment has been increasingly prioritized. This systematic review followed the PRISMA statement and Cochrane handbook and evaluated the efficacy and safety of anti-CD123 monoclonal antibodies as a standalone or combination therapy for AML. Eight clinical trials were included, covering approaches such as antibody-drug conjugates (ADC), bispecific antibodies (BiAb), and dual-affinity retargeting therapies (DART). Despite the potential of these therapies in specific contexts, clinical outcomes varied widely, showing limited benefits in overall survival and a significant incidence of adverse events. The overall response rate ranged from no clinical activity to 64%, while median overall survival varied from 2.99 to 14 months. The most common adverse events included cytokine release syndrome, infusion-related reactions, and hematological complications, often leading to dose reductions or treatment discontinuation. Most studies were early-phase trials with a high risk of bias, primarily due to a lack of randomization and small sample sizes. Findings suggest that although anti-CD123 antibodies demonstrate theoretical potential, challenges related to safety, tolerability, and consistent efficacy limit their clinical applicability. Future research should include randomized, larger-scale trials to validate their role in AML treatment. In conclusion, anti-CD123 monoclonal antibodies have not demonstrated a reduction in mortality or an improvement in overall survival for AML patients. pt_BR
dc.format.extent 63 pt_BR
dc.language.iso eng pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Imunoterapia pt_BR
dc.subject Anticorpos Monoclonais pt_BR
dc.subject Taxa de Sobrevida pt_BR
dc.subject Efeitos adversos pt_BR
dc.title Anticorpos monoclonais anti-CD123 como terapia para leucemia mieloide aguda: uma revisão sistemática de ensaios clínicos pt_BR
dc.title.alternative Anti-CD123 monoclonal antibodies as therapy for acute myeloid leukemia: a systematic review of clinical trials pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR
dc.contributor.advisor-co Izabel, Galhardo Demarchi


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