Relação entre os fatores prévios a internação com a funcionalidade de pacientes sépticos na UTI

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Relação entre os fatores prévios a internação com a funcionalidade de pacientes sépticos na UTI

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Roberta, Mazzali Biscaro
dc.contributor.author Luana, Schroeder
dc.date.accessioned 2024-12-16T17:23:08Z
dc.date.available 2024-12-16T17:23:08Z
dc.date.issued 2024-12-02
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261831
dc.description Trabalho de Conclusão (Residência). Universidade Federal de Santa Catarina. Comissão de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em Saúde. Residência Integrada Multiprofissional em Saúde. pt_BR
dc.description.abstract A sepse é muito frequente em unidade de terapia intensiva (UTI) e pode gerar sequelas duradouras, entre elas, a fraqueza muscular adquirida na UTI (FAUTI). Sabendo da alta taxa de incapacidade funcional destes pacientes, é crucial considerar como fatores de risco não apenas as condições hospitalares, mas explorar os fatores prévios e a gravidade da admissão que possam impactar na funcionalidade. Objetivo: Analisar a relação de fatores prévios a internação na UTI e a gravidade da doença com a funcionalidade dos pacientes sobreviventes a um quadro séptico. Método: Estudo observacional com 35 pacientes, sendo 51% homens, média de idade de 58 anos. Resultado: O sexo feminino, idade maior que 65 anos, PPS prévio menor ou igual a 90%, uso de VMI na admissão, área muscular do RF menor e maior gravidade, foram fatores que se relacionaram com piores desfechos funcionais na alta da UTI em pacientes sobreviventes, englobando a ocorrência da FAUTI, força e mobilidade. Pacientes que desenvolveram a FAUTI apresentaram menor mediana na área de secção transversa do RF no momento da admissão na UTI, observamos sua ocorrência em 9 pacientes do sexo feminino e apenas 3 no sexo masculino. A média de idade dos pacientes que deambularam foi de 43 anos, enquanto, pacientes que não deambularam tinham a média de 63 anos. Pacientes idosos deambularam menos. Conclusão: Este estudo demonstrou que a pior funcionalidade prévia, massa muscular menor e a maior gravidade da doença na admissão, estão relacionados à piores desfechos funcionais aos pacientes sobreviventes a sepse na alta da UTI pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access
dc.subject Unidades de Terapia Intensiva pt_BR
dc.subject Sepse pt_BR
dc.subject Fraqueza muscular pt_BR
dc.subject Estado funcional pt_BR
dc.title Relação entre os fatores prévios a internação com a funcionalidade de pacientes sépticos na UTI pt_BR
dc.type Article pt_BR
dc.contributor.advisor-co Alexânia de, Rê


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Artigo - Luana Schroeder.pdf 1.169Mb PDF View/Open
Ficha_Catalografica.pdf 1.948Kb PDF View/Open

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