Avaliação da massa muscular do quadríceps, força, mobilidade e incidência de fraqueza muscular em pacientes sépticos internados em UTI

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Avaliação da massa muscular do quadríceps, força, mobilidade e incidência de fraqueza muscular em pacientes sépticos internados em UTI

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Bonorino, Kelly Cattelan
dc.contributor.author Pereira, Sabrina Fortes
dc.date.accessioned 2024-12-16T17:07:10Z
dc.date.available 2024-12-16T17:07:10Z
dc.date.issued 2024-12-02
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261815
dc.description Trabalho de Conclusão (Residência). Universidade Federal de Santa Catarina. Comissão de Residência Multiprofissional e Uniprofissional em Saúde. Residência Integrada Multiprofissional em Saúde. pt_BR
dc.description.abstract A sepse é uma condição crítica caracterizada por disfunção orgânica e alta mortalidade. Em pacientes críticos, frequentemente leva à fraqueza muscular adquirida na UTI (FMA-UTI), que compromete a funcionalidade, prolonga o tempo de internação e aumenta a morbidade e mortalidade. A ultrassonografia cinesiológica (USGc) surge como uma ferramenta promissora para avaliar a perda muscular e predizer desfechos. Objetivos: Este estudo visou comparar e correlacionar a massa muscular de quadríceps, força muscular, mobilidade e gravidade em pacientes sépticos com e sem FMA-UTI, e verificar a capacidade preditiva da USGc na detecção dessa condição. Métodos: Estudo prospectivo, observacional e longitudinal com 38 pacientes sépticos internados na UTI do HU-UFSC/EBSERH. Foram realizadas avaliações clínicas e USGc na admissão, no 7º dia e na alta da UTI, neste último sendo também avaliada a força e mobilidade. Resultados: Dos 38 pacientes avaliados, 31,5% apresentaram FMA-UTI. Esses indivíduos apresentaram menor ASTRF na admissão e na alta, menor força de preensão palmar, maior tempo de ventilação mecânica (VMI) e maiores escores SOFA. A ASTRF da admissão demonstrou boa capacidade preditiva para FMA-UTI, com um ponto de corte de 2,59 cm² (AUC ≥0,7). Em todos os pacientes avaliados a perda muscular foi correlacionada à redução da força muscular. Não houve diferença da mobilidade entre os grupos na alta da UTI. Conclusão: Todos os pacientes apresentaram perda de massa muscular. Aqueles com FMA-UTI, exibiram maior gravidade, menor ASTRF na admissão e alta, menor força de preensão palmar, e maior tempo em ventilação mecânica. A ASTRF na admissão destacou-se como um preditor eficaz para FMA-UTI. Esses achados podem reforçam o potencial da USGc como um recurso valioso na detecção precoce de fraqueza muscular, contribuindo para a estratificação de risco e manejo direcionado desses pacientes críticos. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access
dc.subject Massa muscular pt_BR
dc.subject Sepse pt_BR
dc.subject Fraqueza muscular pt_BR
dc.subject UTI pt_BR
dc.subject Mobilidade pt_BR
dc.title Avaliação da massa muscular do quadríceps, força, mobilidade e incidência de fraqueza muscular em pacientes sépticos internados em UTI pt_BR
dc.type Article pt_BR
dc.contributor.advisor-co Santos, Isadora


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