| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Valim, Regina Célia Santos |
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| dc.contributor.author |
de Menezes, Rodrigo Schardosin Bayma |
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| dc.date.accessioned |
2024-12-06T16:47:15Z |
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| dc.date.available |
2024-12-06T16:47:15Z |
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| dc.date.issued |
2024-11-20 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261390 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. |
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| dc.description.abstract |
INTRODUÇÃO: A dengue é uma doença infecciosa que classicamente têm maior acometimento
em áreas tropicais, mas que nos últimos anos têm avançado sua prevalência para áreas de latitudes
mais extremas, como no caso do estado de Santa Catarina, Brasil.
OBJETIVOS: Analisar as notificações de casos prováveis de dengue, de hospitalização por
dengue e de morte em pacientes com dengue em diferentes grupos populacionais de Santa
Catarina entre os anos de 2019 e 2023.
MÉTODOS: Este estudo observacional analisou dados de casos prováveis de dengue em Santa
Catarina entre 2019 e 2023, obtidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN) e do IBGE. As variáveis analisadas incluíram sexo, faixa etária, raça, hospitalização,
caso autóctone, macrorregião de saúde, escolaridade, classificação final, e critério confirmatório.
Foram analisados hospitalizações e óbitos por raça, sexo, escolaridade e faixa etária, utilizando
análises estatísticas para identificar diferenças significativas entre a participação de cada grupo
na prevalência e nas hospitalizações ou óbitos. O estudo utilizou dados públicos e foi conduzido
sem a necessidade de aprovação por comitê de ética.
RESULTADOS: Entre 2019 e 2023, Santa Catarina notificou 260.090 casos prováveis de
dengue, com um aumento acentuado em 2023, que concentrou 54,4% dos casos. A distribuição
por sexo foi equilibrada, e a raça branca foi a mais afetada. Em termos etários, pessoas entre 20 e
39 anos foram as mais acometidas, mas os idosos apresentaram maior mortalidade. A taxa de
incidência da dengue aumentou progressivamente, especialmente em 2023. A maioria dos casos
foi autóctone, mas muitos registros careciam de informações importantes, como escolaridade e
local de infecção. Além disso, 77,5% dos casos não necessitaram hospitalização e 85,2%
evoluíram para cura.
CONCLUSÃO: Santa Catarina apresentou um crescimento atípico da dengue, embora mantendo
seu caráter cíclico, entre os anos estudados e os fatores que levaram a esse crescimento devem ser
levados com seriedade, principalmente pelas cidades urbanizadas e de maior concentração
populacional. A proporção de mortes pela doença em pacientes idosos questiona as regras
brasileiras para vacinação. A ausência de dados no cadastro dos pacientes no SINAN impossibilita
a compreensão de alguns fenômenos epidemiológicos. |
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| dc.description.abstract |
INTRODUCTION: Dengue is an infectious disease that traditionally has a higher prevalence in
tropical areas, but in recent years, its prevalence has expanded to regions with more extreme
latitudes, such as the state of Santa Catarina, Brazil.
OBJECTIVES: To analyze notifications of probable dengue cases, dengue-related
hospitalizations, and dengue-related deaths in different population groups in Santa Catarina
between 2019 and 2023.
METHODS: This observational study analyzed data on probable dengue cases in Santa Catarina
between 2019 and 2023, obtained from the Notifiable Diseases Information System (SINAN) and
IBGE. Variables analyzed included sex, age group, race, hospitalization, autochthonous case,
health macroregion, educational level, final classification, and confirmatory criterion.
Hospitalizations and deaths were analyzed by race, sex, educational level, and age group, using
statistical analyses to identify significant differences in the prevalence and the distribution of
hospitalizations or deaths among groups. This study utilized public data and did not require ethics
committee approval.
RESULTS: Between 2019 and 2023, Santa Catarina reported 260,090 probable dengue cases,
with a sharp increase in 2023, which accounted for 54.4% of cases. The gender distribution was
balanced, and the white race was the most affected. In terms of age, people aged 20–39 were the
most affected, while older adults exhibited higher mortality rates. Dengue incidence rates
progressively increased, especially in 2023. Most cases were autochthonous, although many
records lacked critical information, such as educational level and location of infection.
Additionally, 77.5% of cases did not require hospitalization, and 85.2% of patients recovered.
CONCLUSION: Santa Catarina experienced atypical dengue growth while maintaining its
cyclical nature during the study years. The factors driving this growth must be addressed seriously,
especially in urbanized and densely populated cities. The proportion of deaths among elderly
patients raises concerns about Brazil's dengue vaccination guidelines. The absence of patient data
in SINAN records hinders the understanding of certain epidemiological phenomena. |
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| dc.format.extent |
24 |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Grupos populacionais |
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| dc.subject |
Dengue |
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| dc.subject |
Hospitalização |
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| dc.subject |
Morte |
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| dc.subject |
Prevalência |
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| dc.title |
EPIDEMIOLOGIA DA DENGUE EM SANTA CATARINA: Análise da incidência, hospitalizações e óbitos em diferentes grupos entre 2019 e 2023 |
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| dc.type |
Article |
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