Trajetória do estudante negro no curso de medicina: Desafios e implicações
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Junior, Antonio Reis de Sá |
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| dc.contributor.author |
Elias, Leonardo Maciel de Medeiros |
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| dc.date.accessioned |
2024-12-06T16:45:29Z |
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| dc.date.available |
2024-12-06T16:45:29Z |
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| dc.date.issued |
2024-11-29 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261388 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este Trabalho de Conclusão de Curso disserta sobre os desafios enfrentados pelos
estudantes negros e negras nos cursos de Medicina no Brasil, com destaque nas
implicações do racismo estrutural, institucional e recreativo, saúde mental e
permanência acadêmica. Através de uma revisão narrativa da literatura, analisou-se
como as políticas afirmativas, como a Lei de Cotas, têm contribuido para a entrada
de estudantes negros na educação superior em medicina, embora o ambiente
universitário ainda apresente barreiras importantes para a inclusão e o bem-estar
desses alunos. O estudo destaca as dificuldades de adaptação enfrentadas por
esses estudantes, intensificadas pela ausência de representatividade e pela
reprodução de práticas racistas em instituições predominantemente brancas e
elitizadas. Além disso, explora como o racismo impacta a autoestima e a saúde
mental dos discentes negros, além de trazer estratégias de resistência e
enfrentamento, como a formação de coletivos e a implementação de políticas de
suporte e permanência. Por fim, o texto discute a necessidade de uma reforma no
currículo dos cursos de Medicina, incluindo conteúdos e práticas que promovam a
diversidade e a equidade racial. O trabalho conclui que a criação de um ambiente
educacional mais inclusivo necessita mudanças estruturais e políticas antirracistas
que garantem a representatividade e a valorização dos estudantes negros,
promovendo um espaço de aprendizado igualitário e acolhedor. O trabalho utiliza de
referências teóricas principais: Kabengele Munanga (2010), Silvio de Almeida (2019)
e Frantz Fanon (2020).
Palavras-chave: estudantes negros de medicina; racismo estrutural; políticas
afirmativas. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
44 folhas |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Estudante negro de medicina, Racismo, Racismo na medicina, Ações afirmativas, Ações afirmativas na medicina |
pt_BR |
| dc.title |
Trajetória do estudante negro no curso de medicina: Desafios e implicações |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Silva, Carolina Votto |
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