Sopro cardíaco na infância: estudo descritivo de um ambulatório de hospital de referência do Sul do Brasil

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Sopro cardíaco na infância: estudo descritivo de um ambulatório de hospital de referência do Sul do Brasil

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Carvalho, Emanuela da Rocha
dc.contributor.author Silva, Mariá Lessa
dc.date.accessioned 2024-11-27T17:22:11Z
dc.date.available 2024-11-27T17:22:11Z
dc.date.issued 2024-10-11
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/261194
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina. pt_BR
dc.description.abstract Introdução: O sopro cardíaco é a principal condição que demanda encaminhamentos ao serviço de cardiologia pediátrica. Objetivo: Descrever o perfil dos casos referenciados por sopro cardíaco ao serviço de cardiologia de um hospital pediátrico. Métodos: Estudo observacional, descritivo e retrospectivo realizado em um hospital terciário pediátrico de Florianópolis, Santa Catarina. Foram incluídos pacientes com idade entre 0 e 15 anos incompletos referenciados para avaliação de sopro cardíaco no período entre 2018 e 2022. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética de Pesquisa em Seres Humanos da instituição. Resultados: Dos 142 incluídos, o perfil predominante foi de sexo masculino (n = 77; 54,2%) e lactentes (n = 51; 35,9%). Cerca de 44 (31,0%) casos foram inicialmente identificados na Atenção Primária à Saúde e 96 (67,6%) foram descritos em outros contextos de assistência. No geral, 94 (66,2%) registros apontam que a identificação foi realizada por pediatras. Em consulta cardiológica, sopro foi identificado em 97 (68,3%) casos, sendo descrito, principalmente, como sistólico (n = 91; 93,8%), em borda esternal esquerda (n = 78; 80,4%) e de timbre suave (n = 47; 48,4%). As principais análises diagnósticas foram sopro cardíaco inocente (n = 72; 50,7%) e sopro a esclarecer (n = 17; 11,9%), sendo que, das patologias encontradas, as mais prevalentes foram comunicação interatrial (n = 11; 7,7%) e forame oval patente (n = 11; 7,7%). Conclusões: O perfil dos pacientes referenciados foi masculino e lactente com sopro não patológico inicialmente rastreado por pediatra. pt_BR
dc.format.extent 41 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Diagnóstico pt_BR
dc.subject Variações Dependentes do Observador pt_BR
dc.subject Cardiopatias Congênitas pt_BR
dc.subject Auscultação Cardíaca pt_BR
dc.title Sopro cardíaco na infância: estudo descritivo de um ambulatório de hospital de referência do Sul do Brasil pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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