Hepatite C, série histórica nas capitais do sul do Brasil nos anos de 2015-2020
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dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
dc.contributor.advisor |
Botelho, Lúcio José |
|
dc.contributor.author |
Oliveira, Jean Felipe Nogueira |
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dc.date.accessioned |
2022-06-30T16:01:33Z |
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dc.date.available |
2022-06-30T16:01:33Z |
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dc.date.issued |
2022-06-29 |
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dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/235964 |
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dc.description |
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina. |
pt_BR |
dc.description.abstract |
Introdução e Objetivo: A Hepatite C é um dos maiores desafios para a Saúde Pública no Brasil
e no mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que, em 2015, aproximadamente 100
milhões de pessoas possuíam evidência de exposição ao HCV e 71 milhões de indivíduos
infectados já na fase crônica, com 400mil óbitos anualmente. No Brasil, a estimativa é que em
2016 cerca de 657 mil pessoas possuíam infecção ativa pelo HCV com maior prevalência na
região Sul e Sudeste. Também estimado pela OMS, 57% dos casos de cirrose hepática e 78%
dos hepatocarcinomas estejam associados ao HBV e HCV. O Objetivo deste trabalho descrever
os casos de Hepatite C e a taxa de detecção de Hepatite C por 100.000 habitantes nas cidades
de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre nos anos de 2015 a 2020.
Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, ecológico, retrospectivo do tipo série histórica a
partir de dados secundários. Os dados para obtenção da taxa de detecção de Hepatite C nas
cidades de estudo de 2015 a 2020, foram retirados através do domínio eletrônico: Indicadores
e Dados Básicos das Hepatites nos Municípios.
Resultados: Foram confirmados 2.687 casos em Curitiba, 784 em Florianópolis e 7.512 casos
em Porto Alegre de 2015 até 2020. Em todas as capitais analisadas, foi notado padrão de queda
de forma geral nos casos absolutos e na taxa de detecção de Hepatite C nos anos de 2015 a
2020. Particularmente o ano de 2020 apresentou padrão de queda superior nos casos absolutos
e na taxa de detecção em comparação aos outros anos em todas as cidades.
Conclusão: Percebe-se que, nas cidades estudadas, a taxa de detecção de Hepatite C apresenta
tendência de queda o que pode representar uma boa perspectiva para alcançar a meta da OMS
de eliminar Hepatite C até 2030. No entanto, a Pandemia COVID-19 trouxe maiores desafios
para a eliminação do HCV. Foi perceptível analisar o impacto nos tratamentos, diagnósticos
esperados para o ano de 2020, o que traz a necessidade de discutir maiores estratégias de saúde
coletiva para frenar o curso desse agravo. Portanto, a defesa a favor da saúde pública de
qualidade, e o fortalecimento da atenção primária, tornam-se imperante no contexto de
erradicação das hepatites virais, pela luta através da promoção da prevenção, conscientização
da população, rastreamento e tratamento dessa enfermidade que é tão custosa à sociedade.
Palavras-chave:
Hepatite C; Eliminação da hepatite C; Epidemiologia; Curitiba; Florianópolis; Porto Alegre. |
pt_BR |
dc.language.iso |
por |
pt_BR |
dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
dc.rights |
Open Access |
|
dc.subject |
Hepatite C, Epidemiologia, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre |
pt_BR |
dc.title |
Hepatite C, série histórica nas capitais do sul do Brasil nos anos de 2015-2020 |
pt_BR |
dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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