Qualidade de vida de um paciente com Angioedema Hereditário grave e que passou por COVID-19

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Qualidade de vida de um paciente com Angioedema Hereditário grave e que passou por COVID-19

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Silva, Jane da
dc.contributor.author Silva, Ana Vitória Coppoli
dc.date.accessioned 2021-10-05T19:01:04Z
dc.date.available 2021-10-05T19:01:04Z
dc.date.issued 2021-09-16
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/228753
dc.description TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina. pt_BR
dc.description.abstract Introdução: Angioedema  Hereditário  (AEH)  é  uma  doença  genética  rara  caracterizada  por  crises  recorrentes  de  angioedema.  Infecções  e  estresse  emocional  são  alguns  fatores  desencadeantes de crises, que são imprevisíveis, debilitantes e potencialmente graves e fatais,  o  que  pode  comprometer  a  qualidade  de  vida  (QoL).  A  Doença  do  Coronavírus  2019  (COVID­19)  despertou interesse  pelas  suas  características  e  por  ser  um  possível  desencadeante de crises. Objetivo:  Relatar  o  caso  de  um  paciente  com  AEH  com  diagnóstico  tardio,  com manifestações graves e frequentes, e impacto na QoL. Adicionalmente, descrever o curso da  COVID­19 neste paciente. Métodos:  Estudo  descritivo  baseado  na consulta  ao  prontuário  do  paciente. Realizado  em  2021, com dados coletados desde 1994. Resultados: Homem,  58 anos,  aposentado,  com  queixa  de  angioedema  recorrente  desde  a  infância.  Investigou  alergias  por  longo  período,  com  restrições  alimentares  e  a  atividades  escolares e sociais. Aos 23 anos foi diagnosticado com AEH após dosagem de C1­INH e C4  reduzidos.  Evoluiu  com  crises  intensas  e  frequentes,  com  internações  em  unidade  de  tratamento  intensivo  por  edema  de  laringe.  Mesmo  com  tratamento  de  primeira  linha,  persistiu com crises. Desenvolveu depressão e ansiedade e na avaliação dos escores da QoL  observou­se  valores  inferiores  aos  da  média  no  AEH.  Apresentou  crise  moderada  durante  COVID­19, mas a infecção foi leve. Conclusões: Diagnóstico tardio de AEH, difícil manejo e forma grave da doença certamente  contribuíram no prejuízo da QoL deste paciente. Por outro lado, a  resposta à COVID­19  foi  similar a de outros com AEH. pt_BR
dc.format.extent 55 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access
dc.subject Angioedema Hereditário pt_BR
dc.subject Gravidade do paciente pt_BR
dc.subject Qualidade de vida pt_BR
dc.subject Coronavírus pt_BR
dc.subject Infecção pt_BR
dc.title Qualidade de vida de um paciente com Angioedema Hereditário grave e que passou por COVID-19 pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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TCC Ana Vitória ... a - VERSÃO FINAL PDF-A.pdf 1.921Mb PDF View/Open TCC

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