Brucelose e Tuberculose em Bovinos e Bubalinos no estado de Santa Catarina: estado da arte, situação epidemiológica e programas de controle e erradicação
Show simple item record
| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Tavela, Alexandre de Oliveira |
|
| dc.contributor.author |
Goede, Júlia Eduarda |
|
| dc.date.accessioned |
2021-05-22T14:01:11Z |
|
| dc.date.available |
2021-05-22T14:01:11Z |
|
| dc.date.issued |
2021-05-14 |
|
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/223651 |
|
| dc.description |
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Curitibanos. Medicina Veterinária. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A brucelose e a tuberculose são doenças infecciosas que causam perdas econômicas
significativas para pecuária, sendo que a primeira tem como agente etiológico a Brucella
abortus e causa problemas reprodutivos e a segunda é causada pelo Mycobacterium bovis,
sendo normalmente assintomática. No Brasil, em 2001, criou-se o Programa Nacional de
Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) a fim de promover a
competitividade da pecuária, bem como diminuir a prevalência dessas doenças e seu impacto
negativo perante a saúde pública. O objetivo deste trabalho é realizar uma breve revisão
bibliográfica, bem como discutir a legislação e medidas envolvidas no controle e erradicação
dessas doenças com ênfase para o estado de Santa Catarina. No Brasil, a região Sul é a que
possui maior quantidade de Médicos Veterinários Habilitados e laboratórios credenciados ao
MAPA, portanto as Unidades da Federação (UF) pertencentes a essa região estão entre as que
mais realizam exames diagnósticos para essas enfermidades. A partir de medidas subsidiadas
por inquéritos epidemiológicos, é atribuída ao estado de Santa Catarina classificação A para
brucelose e tuberculose, enquanto os estados do Paraná e Rio Grande do Sul possuem
classificação B. A classificação A para brucelose isenta a UF da obrigatoriedade da vacinação
contra a doença nas fêmeas bovinas e bubalinas. Ressalta-se que diversas UF não realizaram
inquéritos epidemiológicos, portanto não se sabe a prevalência das doenças para estas regiões.
Nesses casos, uma das medidas mais adotadas é o saneamento dos focos, assim animais
positivos devem ser submetidos à eutanásia ou abate sanitário. Quanto às indenizações, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Pernambuco indenizam os produtores que
tiveram seus animais sacrificados devido a brucelose e/ou tuberculose, já Paraná, Mato
Grosso e Rondônia indenizam somente para tuberculose, e os outros estados não realizam
indenização. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
76 p. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Curitibanos, SC |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access |
en |
| dc.subject |
Legislação |
pt_BR |
| dc.subject |
Brucella abortus |
pt_BR |
| dc.subject |
Mycobacterium bovis |
pt_BR |
| dc.subject |
Brasil |
pt_BR |
| dc.title |
Brucelose e Tuberculose em Bovinos e Bubalinos no estado de Santa Catarina: estado da arte, situação epidemiológica e programas de controle e erradicação |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
Files in this item
This item appears in the following Collection(s)
Show simple item record
Search DSpace
Browse
-
All of DSpace
-
This Collection
My Account
Statistics
Compartilhar