| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
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| dc.contributor.advisor |
Pereima, Maurício José Lopes |
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| dc.contributor.author |
Paiva, Anelise Pinheiro |
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| dc.date.accessioned |
2020-12-28T00:37:24Z |
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| dc.date.available |
2020-12-28T00:37:24Z |
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| dc.date.issued |
2020-11-24 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/218956 |
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| dc.description |
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina. |
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| dc.description.abstract |
A dificuldade de expor a glande peniana devido a não retratilidade total ou parcial do
prepúcio é definida como fimose. Essa condição que afeta crianças do sexo masculino
conceitua-se como benigna (primária ou fisiológica) ao nascimento, representando importante
fator de proteção peniana, podendo resolver-se espontaneamente com o passar do tempo com
a ajuda de secreções sebáceas locais e ereções fisiológicas, além de ser assintomática na
maioria das vezes. Quando há tecido fibrótico local descreve-se a fimose como secundária ou
patológica, pois normalmente decorre da presença de morbidades, como balanopostites de
repetição, balanite xerótica obliterante ou trauma na região, levando à inflamação local e
formação de um anel fibrótico capaz de tensionar o prepúcio e impedir a exposição efetiva da
glande. Assim, a fimose é considerada uma queixa comum nos consultórios pediátricos, uma
vez que apresenta diferentes graus, sintomas, causas e desfechos, podendo necessitar de
tratamento clínico e/ou cirúrgico. A postectomia com a correção cirúrgica do prepúcio é
considerada o padrão ouro para tratamento de fimose, e é descrita como um dos
procedimentos mais antigos do mundo, com a possibilidade de ser manejada e realizada com
diversas técnicas operatórias distintas. Ainda assim, as indicações para essa cirurgia são
bastante controversas na literatura mundial, e apesar de considerada uma cirurgia simples,
possui riscos, contraindicações, indicações absolutas e relativas, bem como complicações que
necessitam ser analisadas em conjunto com a família da criança para chegar a um
denominador comum de reais benefícios para ela. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
The difficulty in exposing the penile glans due to total or partial non-retractability of the
foreskin is defined as phimosis. This condition that affects male children is considered benign
(primary or physiological) at birth, representing an important penile protection factor, which
can resolve itself spontaneously over time with the help of local sebaceous secretions and
physiological erections, in addition to being asymptomatic most of the time. When there is
local fibrotic tissue, phimosis is described as secondary or pathological, as it usually results
from the presence of morbidities, such as recurrent balanoposthitis, xerotic balanitis or trauma
in the region, leading to local inflammation and the formation of a fibrotic ring capable of
tensioning the foreskin and prevent effective exposure of the glans. Therefore, phimosis is
considered a common complaint in pediatric clinics, since it has different degress, symptoms,
causes and outcomes, and may require clinical and/or surgical treatment. Circumcision with
surgical correction of the foreskin is considered the gold standard for the treatment of
phimosis, and is described as one of the oldest procedures in the world, with the possibility of
being managed and performed with several different operative techniques. Even so, the
indications for this surgery are quite controversial in the world literature, and despite being
considered a simple surgery, it has risks, contraindications, absolute and relative indications,
as well as complications that need to be analyzed together with the child’s family to arrive at a
commom denominator of real benefits for her. |
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| dc.format.extent |
45 f . |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
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| dc.rights |
Open Access |
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| dc.subject |
Postectomia |
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| dc.subject |
Fimose |
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| dc.subject |
Crianças |
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| dc.title |
Revisão da literatura sobre a fimose e as indicações de postectomia em crianças |
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| dc.type |
TCCgrad |
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