Alimentação Artificial para pacientes em final de vida: Um estudo de opinião entre acompanhantes de pacientes internados no HU-UFSC

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Alimentação Artificial para pacientes em final de vida: Um estudo de opinião entre acompanhantes de pacientes internados no HU-UFSC

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Kretzer, Lara Patricia
dc.contributor.author Guedes, Luiza Ramos
dc.date.accessioned 2019-12-27T11:34:56Z
dc.date.available 2019-12-27T11:34:56Z
dc.date.issued 2019-11-18
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/203402
dc.description TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Medicina. pt_BR
dc.description.abstract A Alimentação Artificial (AA) tem sido utilizada como alternativa para nutrição de pacientes em fim de vida que não se alimentam pela via oral, mesmo não havendo evidências do seu benefício nos cuidados paliativos. É necessário que profissionais da saúde conheçam a visão dos familiares, para que possam auxiliá-los nas decisões sobre a AA. A proposta do presente estudo é identificar a opinião de cuidadores de pacientes a fim de contribuir com o avanço desse conhecimento. O estudo avaliou respostas de 50 acompanhantes de pacientes internados no HU-UFSC a um questionário elaborado pelos pesquisadores, baseado em um caso clinico de paciente em final de vida que não se alimenta pela via oral. Seis razões, três a favor e três contrárias à introdução de uma sonda nasoenteral foram apresentadas. Os participantes foram, ainda, questionados quanto a dados sociodemográficos e quanto à experiência pessoal com indivíduos em fim de vida que não se alimentam. A estatística descritiva foi expressa em frequência e proporção para variáveis categóricas e mediana e interquartis para as contínuas de distribuição não normal e ordinais. O teste qui quadrado de Pearson foi utilizado para avaliar a associação entre variáveis categóricas, com intervalo de confiança de 95% e nível de significância de 5%. A população estudada foi, em sua maior parte (88%), favorável à introdução de AA, não havendo associação com dados sociodemográficos ou experiência pessoal. Os argumentos mais fortes do estudo foram “alimentação é um direito” e “para que o paciente não morra de fome”. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.rights Open Access
dc.subject cuidados paliativos pt_BR
dc.subject alimentação artificial pt_BR
dc.subject fim de vida pt_BR
dc.subject familiares pt_BR
dc.title Alimentação Artificial para pacientes em final de vida: Um estudo de opinião entre acompanhantes de pacientes internados no HU-UFSC pt_BR
dc.type Article pt_BR
dc.contributor.advisor-co Machado, Fernando Osni


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