RANKINGS UNIVERSITÁRIOS INTERNACIONAIS - EVIDÊNCIAS GEOGRÁFICAS E ORÇAMENTÁRIAS PARA INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS
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dc.contributor.author |
CABELLO, ANDREA FELIPPE |
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dc.contributor.author |
IMBROISI, DENISE |
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dc.contributor.author |
FALQUETO, JUNIA MARIA ZANDONADE |
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dc.contributor.author |
FERREIRA, GUILHERME VIANA |
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dc.contributor.author |
ARRUDA, JUNE ALVES DE |
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dc.date.accessioned |
2019-11-26T14:30:26Z |
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dc.date.available |
2019-11-26T14:30:26Z |
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dc.date.issued |
2019-11-27 |
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dc.identifier.isbn |
978-85-68618-07-3 |
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dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/201894 |
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dc.description.abstract |
Este artigo analisa a classificação de instituições brasileiras de ensino superior em dois dos principais rankings internacionais de universidades: o QS World University Ranking e o The Times Higher Education (THE). Para isso, foram avaliadas as restrições metodológicas e como essas restrições afetaram a classificação das universidades do país nesses rankings. Entre 2016 e 2019, 38 brasileiras foram classificadas no QS e no THE, em sua versão global. Devido a restrições metodológicas, a classificação das instituições brasileiras assumiu a característica de patamares, variando de 3 a 5 patamares. Denota-se que a classificação de uma instituição em um patamar mais alto depende de sua proximidade com um mercado de trabalho dinâmico e um orçamento maior, indicando a dificuldade dos rankings de diferenciar de fato qualidade além dessas duas dimensões. |
pt_BR |
dc.language.iso |
por |
pt_BR |
dc.publisher |
INPEAU/UFSC |
pt_BR |
dc.title |
RANKINGS UNIVERSITÁRIOS INTERNACIONAIS - EVIDÊNCIAS GEOGRÁFICAS E ORÇAMENTÁRIAS PARA INSTITUIÇÕES BRASILEIRAS |
pt_BR |
dc.type |
Article |
pt_BR |
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