Prejuízos motores induzidos por administração repetida de baixa dose de reserpina e a participação de uma região do cromossomo 4 do rato (Rattus norvegicus)
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Title:
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Prejuízos motores induzidos por administração repetida de baixa dose de reserpina e a participação de uma região do cromossomo 4 do rato (Rattus norvegicus) |
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Author:
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Fadanni, Guilherme Pasetto
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Abstract:
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A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa caracterizada por bradicinesia (lentidão anormal dos movimentos), tremor, rigidez muscular e instabilidade postural. Essas alterações motoras são induzidas pela perda neuronal dopaminérgica na substância nigra, que resulta na queda progressiva dos níveis de dopamina (DA) comprometendo a neurotransmissão e culminando nos sintomas motores da doença. Neste estudo, testou-se o comportamento de duas linhagens isogênicas (Lewis e SHR) e uma congênica (SHR.LEW-Anxrr16 – SLA16) frente a administração repetida de baixa dose de reserpina como um modelo progressivo da DP. A linhagem SLA16 é geneticamente idêntica à SHR exceto por uma região do cromossomo 4 que provém da linhagem Lewis e que contém genes importantes para o desenvolvimento de patologias do sistema nervoso central, incluindo-se a DP. Injeções de 0,1mg/kg de solução de reserpina (RES) ou solução veículo (VEH) foram administradas a cada 48h durante 28 dias, totalizando 14 injeções. Testes comportamentais foram realizados durante o tratamento para avaliar o prejuízo motor induzido pela reserpina. O teste de catalepsia em barra foi realizado antes do tratamento e 48h após cada injeção. O teste de campo aberto e de movimentos orais foi realizado 48h após a 3ª, 7ª, 11ª e 14ª injeção. A massa corporal também foi avaliada a cada 2 injeções. Observou-se maior duração do comportamento de catalepsia a partir da 7ª injeção e hipolocomoção em animais tratados. Um aumento dos movimentos de mastigação ao vácuo a partir da 3ª injeção e de protrusão de língua a partir da 11ª injeção também foi observado para o grupo RES. A administração de reserpina não provocou redução de massa corporal ao fim do experimento. As linhagens Lewis, SLA16 e SHR diferenciaram parcialmente na locomoção, mas não para o comportamento de catalepsia. Um aumento nos movimentos de mastigação ao vácuo e protrusão de língua independente de tratamento ou tempo foram encontrados na linhagem SLA16. Esse resultado demonstra uma função do locus diferencial no desenvolvimento de discinesia oral que pode estar conectada ao controle do estresse oxidativo. Portanto, o presente estudo fornece evidências teóricas e experimentais de influência genética de uma região do cromossomo 4 que pode ser usada para investigar mecanismos envolvidos na patologia da DP e discinesia oral. Ainda, contribui para a validação da administração repetida de baixa dose de reserpina como um modelo progressivo de Doença de Parkinson. |
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Description:
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TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia. |
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URI:
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https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/174991
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Date:
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2016 |
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