Análises Filogenéticas da Região MHC em Primatas: Evolução do Gene MHC-G

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Análises Filogenéticas da Região MHC em Primatas: Evolução do Gene MHC-G

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Marrero, Andrea Rita
dc.contributor.author Reis, Saulo José dos
dc.date.accessioned 2017-04-12T20:09:30Z
dc.date.available 2017-04-12T20:09:30Z
dc.date.issued 2015-06-19
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/174787
dc.description TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia. pt_BR
dc.description.abstract Os genes do Complexo Principal de Histocompatibilidade (MHC) representam uma importante contribuição evolutiva e estão relacionados à imunidade em vertebrados. A análise da variabilidade de homólogos da região MHC-G em primatas contribui para a compreensão das diferentes forças evolutivas às quais o gene está submetido. Visando a compreensão dos padrões de diversidade deste gene no intuito de construir relações filogenéticas intra e interespecíficas, o presente estudo é constituído por duas etapas, 1) revisão bibliográfica inserindo termos isolados e combinados entre si para selecionar e refinar as buscas; e 2) análise filogenética hierárquica, a partir de sequências previamente publicadas para primatas humanos e não humanos. Foram obtidas 351 sequências de MHC-G para 17 espécies de diferentes famílias (Hominidae, Cercopithecidae, Cebidae, Atelidae e Pithecidae) que foram alinhadas com programa BioEdit. Destas, 108 puderam ser utilizadas para construir uma relação filogenética utilizando o método de Neighbor Joining a partir das distâncias evolutivas do modelo de substituição nucleotídica Kimura-dois-parâmetros. Verificou-se uma clara divisão entre as parvordens Platyrrhini e Catarrhini, e dentro de cada cluster foi evidente o agrupamento das diferentes famílias. Apesar do papel bem descrito de genes do MHC como marcadores de divergência alélica e distância entre espécies, os resultados obtidos não puderam esclarecer alguns pontos da topologia da árvore, o que provavelmente está associado ao baixo número de espécimes representados para cada espécie, e não ao gene em si. pt_BR
dc.format.extent 57 p. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.subject Filogenia pt_BR
dc.subject Platyrrhini pt_BR
dc.subject Catarrhini pt_BR
dc.subject MHC-G pt_BR
dc.title Análises Filogenéticas da Região MHC em Primatas: Evolução do Gene MHC-G pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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