Planejamento energético no Brasil: a incorporação de uma lógica sustentável
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Valente, Marcos Alves |
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| dc.contributor.author |
Martins, Karla Schuch |
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| dc.date.accessioned |
2014-08-19T16:56:17Z |
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| dc.date.available |
2014-08-19T16:56:17Z |
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| dc.date.issued |
2010 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/123763 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O atual debate sobre os caminhos da sustentabilidade vem conquistando espaço nos meios sociais, acadêmicos e científicos. A partir da década de 1970, a questão ambiental passou a ser discutida internacionalmente, diante do contexto de emissões de gases de efeito estufa e mudanças climáticas. A proposta deste trabalho concentra-se no significado do conceito de sustentabilidade da matriz energética, a partir da avaliação dos documentos oficiais de planejamento de energia do Brasil, responsáveis por nortear as políticas energéticas ao longo prazo. De modo superficial, o país apresenta vantagens em sua matriz energética quando comparada aos outros países, devido principalmente a grande participação de fontes renováveis e uso de hidroeletricidade, convencionadas como limpas. O fato é que as hidrelétricas também emitem gases de efeito estufa, principalmente o metano (CH4), um gás de 25 vezes mais impacto sobre o aquecimento global por tonelada de gás do que o gás carbônico (CO2), de acordo com as atuais conversões do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC. Além disso, o aumento das emissões de gases de efeito estufa deve-se em grande parte à queima de combustíveis fósseis, ao padrão de consumo, à intensidade energética e a matriz energética tradicional. Embora diversas ações almejem incorporar a sustentabilidade na matriz energética, como o incentivo a participação de fontes alternativas de energia, estimuladas por leis de eficiência e políticas energéticas, ainda sim o conceito de sustentabilidade pelos agentes e pela sociedade é tratado de forma secundária e marginal. A lógica economicista reafirma que a matriz energética e a sustentabilidade estão incorporadas de forma aparente, por questões diplomáticas e mercadológicas, que manifestam apenas a questão ambiental, sem dar-se conta da ética, dos hábitos de consumo e dos critérios de sustentabilidade defendidos neste trabalho. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
97 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Planejamento de Energia |
pt_BR |
| dc.subject |
Sustentabilidade |
pt_BR |
| dc.subject |
Emissões de Gases de Efeito Estufo |
pt_BR |
| dc.subject |
Economia |
pt_BR |
| dc.title |
Planejamento energético no Brasil: a incorporação de uma lógica sustentável |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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