Tomada de decisão em grupo e individual: uma análise da existência do efeito disposição
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Costa Júnior, Newton Carneiro Affonso da |
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| dc.contributor.author |
Zambonetti, Maurício |
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| dc.date.accessioned |
2014-08-14T12:40:18Z |
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| dc.date.available |
2014-08-14T12:40:18Z |
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| dc.date.issued |
2009 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/123588 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
As Finanças Comportamentais ganharam notoriedade depois da metade do século XX principalmente por complementar alguns vazios da já consolidada Teoria Neoclássica de Finanças (Finanças Modernas). Isto foi possível com o auxílio da psicologia no estudo dos agentes econômicos no que se refere à tomada de decisão sob risco. A presente pesquisa tem por base a tomada de decisão sob risco envolvendo escolhas financeiras. A busca por ganhos no mercado de ativos faz as pessoas manterem por um longo período os ativos que apresentam preço inferior ao de compra, na expectativa que este retorne a patamares superiores, e a venderem rapidamente ativos que estão acima do preço de compra. Este comportamento é denominado na literatura de efeito disposição, advindo da Teoria do Prospecto, a qual enfatiza que as pessoas estão mais propensas ao risco em situações de perda e avessas ao risco em situações de ganho. Muitas pesquisas encontraram o efeito disposição em investidores individuais, mas sabe-se que a maioria das escolhas de investimento são efetuadas por instituições como bancos e fundos de investimento, onde dois ou mais indivíduos tomam as decisões. Assim, a tomada de decisão dos grupos adquire um caráter preponderante nesta pesquisa tendo em vista a existência ou não do efeito disposição em suas escolhas. Busca-se, nesse sentido, verificar se a tomada de decisão sob risco em termos individuais difere das decisões tomadas em grupo. Através de um software open-source chamado ExpEcon foi possível a realização de vários experimentos controlados com graduandos dos cursos de Economia e Contabilidade. A hipótese adotada foi a de que em grupo o efeito disposição deve ser menor em virtude da capacidade dos grupos em trocar experiências e avaliar de maneira mais racional as decisões, reduzindo-se os riscos e logo o efeito disposição. Nossos resultados, no entanto, indicam que os grupos tomam decisões mais arriscadas e logo apresentam o efeito disposição, sendo este com grau mais elevado em relação aos participantes individuais. Além disso, integrantes dos grupos com algum grau de amizade apresentaram atitudes mais arriscadas e maior efeito disposição quando comparados aos participantes dos grupos que não se conheciam, ao menos num dos pontos de referência calculados. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
73 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Finanças Comportamentais |
pt_BR |
| dc.subject |
Efeito Disposição |
pt_BR |
| dc.subject |
Tomada de decisão em Grupo |
pt_BR |
| dc.subject |
Economia Experimental |
pt_BR |
| dc.title |
Tomada de decisão em grupo e individual: uma análise da existência do efeito disposição |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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