Trabalho: uma atividade em constante transformação
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Ouriques, Helton Ricardo |
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| dc.contributor.author |
Maurici, Elisa |
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| dc.date.accessioned |
2014-07-29T15:36:42Z |
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| dc.date.available |
2014-07-29T15:36:42Z |
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| dc.date.issued |
2007 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/122211 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O debate acerca do trabalho e a própria definição desse termo são temas debatidos há muitos séculos. Isso ocorre, principalmente nos dias atuais, pelo aumento da importância que o trabalho na vida das pessoas e também graças a sua inegável participação e importância na manutenção e no desenvolvimento do modo de produção capitalista. Mas nem sempre foi assim, o conceito de trabalho ao longo dos últimos séculos sofreu algumas consideráveis transformações. A principal delas foi a mudança no valor a ele atribuído, que passou de castigo e humilhação a prêmio e prestígio para aqueles que o realizassem. Após essa inversão de valor, o trabalho e o trabalhador foram sendo moldados de forma a melhor se adequarem dentro do processo produtivo. Os modelos de gerenciamento da produção e também da mão-de-obra, chamados taylorismo, fordismo e toyotismo, foram os principais responsáveis por essa modelagem. A partir dos dois primeiros modelos citados o trabalho se tornou mais intensificado, simplificado, especializado e rotineiro, deixando pouco espaço de liberdade e criatividade para os trabalhadores. O terceiro modelo procurou quebrar essa rotinização no decorrer do processo produtivo dando maior liberdade e participação aos operários, no entanto, não deixou de intensificar o trabalho o máximo possível. O aumento da produtividade, vindo da intensificação do trabalho, associado às inovações no processo produtivo acabou criando uma grande oferta de produtos sem demanda imediata. Para os capitalistas foi imprescindível incentivar o aumento do consumo, principalmente através da propaganda e do marketing, para gerar um considerável aumento no número de vendas. Esse novo comportamento das empresas acabou gerando nas pessoas novas necessidades e desejos, que na maioria das vezes eram ou insaciáveis ou inalcançáveis. Também passou a ser incutida no pensamento dos cidadãos de um modo geral a percepção de que o aumento do consumo traria a felicidade e que a posse de um número crescente de bens poderia tornar uma pessoa mais facilmente aceita na sociedade. A aplicação de todos esses elementos acabou desenvolvendo, nos dias atuais, uma sociedade que tem como principal objetivo ter trabalho, para ganhar mais dinheiro, para poder consumir mais. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
59 f. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis |
pt_BR |
| dc.subject |
Trabalho |
pt_BR |
| dc.subject |
Capitalismo |
pt_BR |
| dc.subject |
Gerenciamento da produção |
pt_BR |
| dc.title |
Trabalho: uma atividade em constante transformação |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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