Análise do salário mínimo no Brasil entre julho de 1994 a dezembro de 2004

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Análise do salário mínimo no Brasil entre julho de 1994 a dezembro de 2004

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina en
dc.contributor.advisor Meurer, Roberto
dc.contributor.author Moraes, Leandro Paulo
dc.date.accessioned 2014-07-24T13:42:01Z
dc.date.available 2014-07-24T13:42:01Z
dc.date.issued 2014-07-24
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/121947
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia. en
dc.description.abstract Na década de 80 e início da década de 90 o Brasil conviveu com altíssimas taxas inflacionárias, a chamada hiperinflação, as quais chegaram a 60% a.m.. Neste período o reajuste dos preços e dos salários se efetuava em pequenos intervalos de tempo, visando minimizar as perdas salariais, o que efetivamente não acontecia. As altas taxas inflacionárias dissociavam a real noção dos valores dos preços e salários. A partir de 1º de julho de 1994 foi implementado o Plano Real, sem congelamentos ou confiscos, apoiado na âncora cambial, visando o controle inflacionário. Após sua implementação a inflação se estabilizou, bem como as expectativas dos agentes econômicos, levando a inflação a índices muito inferiores aos anteriormente experimentados que se mantiveram em torno de 1% a.m. Apesar da inflação se reduzir a níveis muito baixos, chegando a períodos de deflação, esta continuou a existir e sempre foi positiva. Este trabalho verificou que o Plano Real atingiu seu objetivo fundamental de estabilização do nível geral dos preços e que mesmo existindo inflação, esta não foi superior ao reajuste do salário mínimo no período, o que acarretou num aumento real no valor deste na ordem de 40,14% no período. Verificou-se ainda que junto do aumento real no valor do salário mínimo, este obteve um aumento em seu poder de compra quando comparado a cesta básica de alimentação, pois esta teve uma redução real de 17,51% em seu valor no período, logo com o salário mínimo valendo mais e a cesta básica de alimentação custando menos temos um aumento do poder de compra deste em 69,96% comparativamente a cesta básica de alimentação. Devemos salientar que apesar desta melhora do bem estar do trabalhador assalariado, o salário mínimo encontra-se ainda muito abaixo do efetivamente necessário e para um trabalhador e sua família suprirem suas necessidades. en
dc.format.extent 65 f. en
dc.language.iso por en
dc.subject Salário mínimo en
dc.subject Brasil en
dc.subject Inflação en
dc.title Análise do salário mínimo no Brasil entre julho de 1994 a dezembro de 2004 en
dc.type TCCgrad en


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