Microesferas de quitosana contendo corante urucum preparadas pelas técnicas de coacervação, impregnação e spray drying: estudo de liberação controlada e adsorção

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Microesferas de quitosana contendo corante urucum preparadas pelas técnicas de coacervação, impregnação e spray drying: estudo de liberação controlada e adsorção

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Título: Microesferas de quitosana contendo corante urucum preparadas pelas técnicas de coacervação, impregnação e spray drying: estudo de liberação controlada e adsorção
Autor: Parize, Alexandre Luis
Resumo: Este trabalho teve por objetivo investigar o potencial da quitosana como agente encapsulante e adsorvente para o corante de urucum. A partir da quitosana obteve-se, pelo método de separação de fases (coacervação simples), microesferas de quitosana e através do carregamento das mesmas com o corante natural de urucum, pelos métodos de impregnação, coacervação, modificação química e spray drying, conseguiu-se os produtos da microencapsulação do corante. Através de análise de IV e DSC observou-se que as amostras impregnadas e coacervadas apresentam interações quitosana/corante de natureza física enquanto que a amostra modificada quimicamente apresenta interações de natureza química. Todos os produtos apresentaram-se sem poros e fissuras garantindo, as características do corante e estabilidade. Através da técnica de spray drying, observou-se por IV, que as amostras microencapsuladas, possuem interações iônicas, onde o grupo -COO- do ácido interage com o grupo -NH3+ da quitosana. Através da liberação do corante em meio ácido, observa-se que a amostra coacervada apresentou maior velocidade de liberação do corante. Observou-se neste trabalho, que o mecanismo de liberação é do tipo super caso II de transporte. Verificou-se, a influência da concentração do corante nas amostras, frente à liberação e a liberação à diferentes temperaturas. Nos estudos de adsorção do corante com microesferas de quitosana reticuladas o pH 2,0 foi o melhor pH de adsorção e para microesferas de quitosana não reticuladas o melhor pH é o pH 7,0. Foram também realizados estudos cinéticos de adsorção e de isotermas de adsorção para os pH ótimos de adsorção.
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Programa de Pós-Graduação em Química
URI: http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/102173
Data: 2005


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