Efeito da salinidade na sobrevivência e no crescimento de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus

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Efeito da salinidade na sobrevivência e no crescimento de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina en
dc.contributor.advisor Tsuzuki, Mônica Yumi en
dc.contributor.author Maciel, Júlio Cesar en
dc.date.accessioned 2013-07-15T23:08:54Z
dc.date.available 2013-07-15T23:08:54Z
dc.date.issued 2005
dc.date.submitted 2005 en
dc.identifier.other 233502 en
dc.identifier.uri http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/101761
dc.description Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-graduação em Aquicultura en
dc.description.abstract A salinidade pode mudar a quantidade de energia disponível para o crescimento dos peixes pela alteração do custo energético para a regulação iônica e osmótica. A salinidade também pode influenciar a atividade de enzimas digestivas, e afetar a performance de crescimento. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da salinidade na sobrevivência, no crescimento e na atividade enzimática digestiva de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus. O experimento foi conduzido com quatro salinidades (0, 5, 15 e 35 ppt), em triplicata, com juvenis de 76 Dias Após a Eclosão (DAE) (peso de 0,35g), a uma densidade de 0,6 peixes/L. Foram realizadas biometrias no início, após 30 (106 DAE) e 50 dias (126 DAE) de experimento. Juvenis de robalo-peva apresentaram sobrevivência excelente nas salinidades de 5, 15 e 35 ppt, demonstrando a eurialinidade da espécie, o que está de acordo com sua ampla distribuição natural em diversos ambientes salinos. Mortalidade massiva ocorrida em 0 ppt pode ter sido decorrente do estresse de manuseio e de aclimatação dos peixes aos tanques experimentais em condição de água doce. Em relação ao crescimento, apesar de não terem sido observadas diferenças no peso e taxa de crescimento específico, o comprimento total foi maior em 15 ppt, porém somente em comparação com 5 ppt, após 50 dias de cultivo. Entretanto, melhores resultados em taxa de conversão alimentar (TCA) e atividade de enzimas digestivas foram obtidos a 15 ppt, sendo a TCA significativamente mais baixa (1,3) nesta salinidade no final do período experimental. Observou-se que a atividade de protease alcalina total após 50 dias de cultivo foi significativamente maior à salinidade de 15 ppt, e que a atividade da amilase foi maior nas salinidades de 15 e 35 ppt (P<0.05). A salinidade de 15 ppt proporcionou a melhor (2,3 vezes) capacidade digestiva, não havendo diferença entre as salinidades de 5 e 35 ppt. De uma maneira geral, pode-se observar que o robalo-peva mantido a 15 ppt possui maior potencial para uma mais eficiente digestibilidade e absorção dos nutrientes para o metabolismo energético. Em termos de custos de produção, este fato é de extrema importância uma vez que nesta salinidade, os gastos com a ração podem ser reduzidos devido a melhor conversão alimentar e eficiência digestiva. en
dc.format.extent vi, 28 f.| il., grafs., tabs. en
dc.language.iso por en
dc.publisher Florianópolis, SC en
dc.subject.classification Aquicultura en
dc.subject.classification Peixe en
dc.subject.classification Crescimento en
dc.subject.classification Salinidade en
dc.subject.classification Crescimento en
dc.subject.classification Robalo (Peixe) en
dc.title Efeito da salinidade na sobrevivência e no crescimento de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus en
dc.type Dissertação (Mestrado) en


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