Caracterização da agressividades entre pares de crianças por professoras pré-escolares

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Caracterização da agressividades entre pares de crianças por professoras pré-escolares

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Título: Caracterização da agressividades entre pares de crianças por professoras pré-escolares
Autor: Souza, Carolina Duarte de
Resumo: A presente pesquisa teve como objetivo investigar como as professoras caracterizam e lidam com a agressividade entre pares de crianças na pré-escola. A abordagem foi quanti-qualitativo, sendo uma pesquisa descritiva, exploratória, transversal e de levantamento de dados. No total, foram 26 educadoras participantes, utilizaram-se dois instrumentos: a Escala de Comportamento Social do Pré-escolar [PSBS-T] e a Entrevista Sobre Agressividade em Pré-Escolares. Os dados obtidos pelo PSBS-T foram submetidos às análises formais descritivas e relacionais (Teste Wilcoxon e o Coeficiente de Correlação de Spearman); aqueles oriundos da entrevista passaram por uma análise de conteúdo categorial temática. As professoras caracterizaram as crianças participantes como pouco agressivas e socialmente competentes, indicando que quanto mais comportamento prossocial a criança apresentava, mais ela era aceita pelos pares de ambos os sexos e menos comportamentos de agressão externalizada e relacional elas praticavam. A análise das entrevistas apontou que para as educadoras: a) os comportamentos mais indicativos de agressividade nas crianças são quando estas batem ou empurram em alguém; b) as principais reações dos alunos aos atos agressivos entre si são revidá-los ou excluir a criança que agride; c) que as educadoras intervêm na agressividade sobretudo por meio de conversas com a criança que agride, privando-a do que mais gosta e pela afetividade; e d) consideram os atos agressivos decorrentes de dificuldades de socialização da criança da aprendizagem por imitação, da estrutura e comunicação familiar e da falta de limite familiares. A partir dos dados da pesquisa pode-se afirmar que entre as professoras a agressividade é compreendida geralmente como uma falta de habilidade social a ser evitada, com a qual elas têm dificuldades para conceituar e trabalhar. Os resultados contribuem para os estudos do desenvolvimento infantil em ambientes extra-familiares, e para a instrumentalização de professoras e psicólogos escolares no enfrentamento de situações que envolvam agressividade.
Descrição: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia.
URI: http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/100730
Data: 2012


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