Estomatotoxicidade da Quimioterapia e seu Impacto na Qualidade de Vida de Pacientes do Serviço de Onco-Hematologia do HU/UFSC

DSpace Repository

A- A A+

Estomatotoxicidade da Quimioterapia e seu Impacto na Qualidade de Vida de Pacientes do Serviço de Onco-Hematologia do HU/UFSC

Show simple item record

dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Grando, Liliane Janete
dc.contributor.author Brancher, Anna Paula
dc.date.accessioned 2013-06-20T20:31:04Z
dc.date.available 2013-06-20T20:31:04Z
dc.date.issued 2013-05-16
dc.date.submitted 2013-05-16
dc.identifier.uri http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/100297
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Odontologia. pt_BR
dc.description.abstract Entre os efeitos colaterais do tratamento quimioterápico, estão as repercussões bucais, tais como mucosite oral, hipossalivação, disgeusia. Elas provocam debilidades ao paciente, prejudicando sua alimentação, sua comunicação e sua autoestima. Este estudo teve como objetivo estudar a estomatotoxicidade da quimioterapia em pacientes do Serviço de Onco-Hematologia do HU/UFSC e seu impacto na qualidade de vida. A metodologia incluiu exame clínico da cavidade bucal, aplicação do questionário Oral Health Impact Profile-14 (OHIP-14), entrevistas com roteiro previamente estabelecido e com respostas livres e orientações sobre as repercussões bucais dos tratamentos quimioterápicos. O questionário OHIP-14 é composto por 14 questões, que investigam o impacto das manifestações bucais sobre a qualidade de vida. As respostas variam de 0 (nunca) a 4 (sempre). Foram estabelecidas relações entre as alterações bucais, os tipos de doenças sistêmicas e os protocolos de medicamentos usados. A amostra foi composta de 80 pacientes, em sua maioria por homens (52,50%), leucodermas (87,50%), na faixa etária de 41 a 60 anos (36,25%). A neoplasia mais frequente foi o Linfoma Não-Hodgkin (47,50%). As alterações estomatológicas mais encontradas foram petéquias/máculas hemorrágicas e mucosa pálida. Houve pouca prevalência de mucosite no momento do exame, tendo sido diagnosticados apenas dois casos (2,50%). No OHIP-14, a prevalência dos escores 3 ou 4 foi de 66,25% e foi maior nos homens. Obteve-se como mediana o valor 9, classificando o índice de 41 pacientes (51,25%) como severidade alta. O impacto sobre a qualidade de vida demonstrou ser maior nos homens. Os itens que apresentaram maior prevalência foram Sentiu que o sabor dos alimentos piorou (35%), Incômodo para comer alimentos (20%) e Sentindo-se estressado (17,50%). As manifestações bucais mais citadas pelos pacientes foram a disgeusia, a mucosite e a xerostomia. Verificou-se o impacto da estomatotoxicidade na qualidade de vida, que se mostrou prejudicada nos pacientes que passaram por muitas manifestações bucais. Estes relataram prejuízos na alimentação, na fala, no convívio social e no estado emocional, interferindo no bom andamento da quimioterapia. Nas entrevistas, foi unânime a ideia de que saúde e qualidade de vida estão intimamente relacionadas. pt_BR
dc.format.extent 79 f. pt_BR
dc.language.iso pt_BR pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Leucemia pt_BR
dc.subject Linfoma pt_BR
dc.subject Quimioterapia pt_BR
dc.subject Mucosite pt_BR
dc.subject Qualidade de Vida pt_BR
dc.subject Estomatotoxicidade pt_BR
dc.title Estomatotoxicidade da Quimioterapia e seu Impacto na Qualidade de Vida de Pacientes do Serviço de Onco-Hematologia do HU/UFSC pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


Files in this item

Files Size Format View Description
TCC Anna FINALIZADO 20jun.pdf 961.5Kb PDF View/Open PDF

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Browse

My Account

Statistics

Compartilhar