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<title>Programa de PÃ³s-GraduaÃ§Ã£o em Psicologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277239</link>
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<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 02:45:50 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-11-01T02:45:50Z</dc:date>
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<title>InternaÃ§Ã£o compulsÃ³ria: representaÃ§Ãµes sociais de pessoas em situaÃ§Ã£o de rua</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277429</link>
<description>InternaÃ§Ã£o compulsÃ³ria: representaÃ§Ãµes sociais de pessoas em situaÃ§Ã£o de rua
Gomes, Maria Luiza Strassmann
A internaÃ§Ã£o compulsÃ³ria tem ocupado posiÃ§Ã£o central nos debates contemporÃ¢neos sobre polÃ­ticas pÃºblicas direcionadas Ã  populaÃ§Ã£o em situaÃ§Ã£o de rua, mobilizando disputas entre diferentes concepÃ§Ãµes de cuidado, proteÃ§Ã£o social, autonomia e controle. Esta dissertaÃ§Ã£o teve como objetivo compreender as representaÃ§Ãµes sociais da internaÃ§Ã£o compulsÃ³ria entre pessoas em situaÃ§Ã£o de rua do municÃ­pio de FlorianÃ³polis, caracterizando seus conteÃºdos representacionais, analisando os processos de ancoragem e objetivaÃ§Ã£o que os estruturam e investigando as formas de resistÃªncia e as alternativas de cuidado propostas pelos participantes. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada com 12 pessoas em situaÃ§Ã£o de rua por meio de entrevistas semiestruturadas. Os dados foram submetidos Ã  AnÃ¡lise de ConteÃºdo TemÃ¡tica-Categorial, com auxÃ­lio do software Atlas.ti. Os resultados foram organizados em quatro eixos complementares. O primeiro, apresentado no Artigo 1, identificou os conteÃºdos representacionais e os processos de ancoragem e objetivaÃ§Ã£o; o segundo eixo, apresentado no Artigo 2, evidenciou formas de resistÃªncia Ã  internaÃ§Ã£o compulsÃ³ria; o terceiro eixo reuniu os relatos complementares relacionados Ã s experiÃªncias de violÃªncia institucional. Por fim, a discussÃ£o integrada apresentou como as representaÃ§Ãµes sociais da internaÃ§Ã£o compulsÃ³ria sÃ£o produzidas no entrelaÃ§amento entre trajetÃ³rias individuais, experiÃªncias de exclusÃ£o social e contextos sociopolÃ­ticos especÃ­ficos. Concluiu-se que a internaÃ§Ã£o compulsÃ³ria Ã© predominantemente representada como mecanismo de controle e gestÃ£o da pobreza, afastando-se de concepÃ§Ãµes de cuidado baseadas na autonomia, na participaÃ§Ã£o social e na garantia de direitos. Os resultados evidenciaram a importÃ¢ncia de incorporar os saberes produzidos pela prÃ³pria populaÃ§Ã£o em situaÃ§Ã£o de rua aos processos de formulaÃ§Ã£o, implementaÃ§Ã£o e avaliaÃ§Ã£o das polÃ­ticas pÃºblicas que incidem sobre suas vidas.; Abstract: Compulsory hospitalization has occupied a central position in contemporary debates on public policies aimed at people experiencing homelessness, mobilizing disputes between different conceptions of care, social protection, autonomy, and control. This dissertation aimed to understand the social representations of compulsory hospitalization among people experiencing homelessness in the city of FlorianÃ³polis, Brazil, by characterizing their representational contents, analyzing the anchoring and objectification processes that structure them, and investigating forms of resistance and alternative care practices proposed by participants. This qualitative study was conducted with 12 people experiencing homelessness through semi-structured interviews. Data were analyzed using Thematic-Categorical Content Analysis with the support of Atlas.ti software. The findings were organized into four complementary axes. The first, presented in Article 1, identified the representational contents as well as the anchoring and objectification processes underlying social representations of compulsory hospitalization. The second axis, presented in Article 2, highlighted forms of resistance to compulsory hospitalization. The third axis brought together complementary accounts related to experiences of institutional violence. Finally, the integrated discussion demonstrated how social representations of compulsory hospitalization are produced through the interplay between individual trajectories, experiences of social exclusion, and specific sociopolitical contexts. The study concluded that compulsory hospitalization is predominantly represented as a mechanism of social control and poverty management, standing in tension with conceptions of care grounded in autonomy, social participation, and the guarantee of rights. The findings underscore the importance of incorporating the knowledge produced by people experiencing homelessness into the processes of formulation, implementation, and evaluation of the public policies that directly affect their lives.
DissertaÃ§Ã£o (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e CiÃªncias Humanas, Programa de PÃ³s-GraduaÃ§Ã£o em Psicologia, FlorianÃ³polis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>RelaÃ§Ãµes entre parental gatekeeping e coparentalidade e suas repercussÃµes no comportamento de crianÃ§as</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277328</link>
<description>RelaÃ§Ãµes entre parental gatekeeping e coparentalidade e suas repercussÃµes no comportamento de crianÃ§as
Santos, Tamires Dias dos
A qualidade do relacionamento interparental desempenha um papel significativo no comportamento e no desenvolvimento infantil, podendo tanto estimular quanto prejudicar esse processo. Dentre as caracterÃ­sticas desse relacionamento que se destacam como preditores da parentalidade e do desenvolvimento infantil pesquisadores ressaltam a importÃ¢ncia da coparentalidade - maneira como as figuras parentais colaboram para criar determinado filho; e mais especificamente do parental gatekeeping - regulaÃ§Ã£o da interaÃ§Ã£o da dupla parental com o filho, por meio de comportamentos encorajadores, desencorajadores e/ou controladores. NÃ£o hÃ¡ consenso na literatura sobre a relaÃ§Ã£o entre esses dois fenÃ´menos do relacionamento interparental. Enquanto parte dos pesquisadores considera o parental gatekeeping como uma dimensÃ£o da coparentalidade, outros o destacam como um fenÃ´meno que apesar de estabelecer relaÃ§Ãµes diferencia-se da relaÃ§Ã£o coparental. Dado que estudos indicam que esses dois fenÃ´menos podem ser fatores de risco e/ou proteÃ§Ã£o para o desenvolvimento infantil. Estudar as relaÃ§Ãµes entre esses fenÃ´menos e entender seus efeitos no comportamento infantil pode ampliar o conhecimento sobre a dinÃ¢mica familiar e fornecer subsÃ­dios para a elaboraÃ§Ã£o de intervenÃ§Ãµes familiares. Assim, esta tese teve como objetivo verificar as relaÃ§Ãµes entre o parental gatekeeping e a coparentalidade, bem como suas repercussÃµes no comportamento infantil. Para isso foram desenvolvidos quatro estudos: Estudo 1- foi realizado um estudo teÃ³rico sobre os modelos contemporÃ¢neos do parental gatekeeping e da coparentalidade, alÃ©m de uma reflexÃ£o sobre as possÃ­veis relaÃ§Ãµes entre os fenÃ´menos e seus efeitos no comportamento da crianÃ§a; Estudo 2- realizou-se um estudo empÃ­rico sobre os efeitos do parental gatekeeping e da coparentalidade no comportamento das crianÃ§as. Participaram desse estudo 447 pais e mÃ£es, que responderam Ã  Escala de Relacionamento Coparental (ERC), Ã  Escala de Gatekeeping Parental e ao QuestionÃ¡rio de Capacidades e Dificuldades (SDQ). Por meio das anÃ¡lises de regressÃ£o linear mÃºltipla, constatou-se que, no contexto do parental gatekeeping, o encorajamento promoveu comportamentos prÃ³-sociais e reduziu os problemas nas relaÃ§Ãµes com pares, enquanto o desencorajamento contribuiu para aumentar os problemas internalizantes. Em relaÃ§Ã£o Ã  coparentalidade, o acordo coparental atenuou problemas externalizantes e dificuldades totais, enquanto o conflito promoveu esses problemas; Estudo 3 - Teve como objetivo a adaptaÃ§Ã£o transcultural da Maternal Gatekeeping Scale (MGS) para o contexto brasileiro; modificar esta escala para Escala de Gatekeeping Parental (EGP) e investigar as evidÃªncias de validade psicomÃ©trica dessa medida. A EGP permite que qualquer figura parental possa respondÃª-la e avalia a autopercepÃ§Ã£o do gatekeeping parental e a percepÃ§Ã£o do gatekeeping parental da dupla coparental. A fim de buscar evidÃªncias de validade do construto, critÃ©rio e precisÃ£o, aplicou-se a EPG em 649 pais e mÃ£es com filhos entre 3 e 16 anos. Por meio de anÃ¡lise fatorial confirmatÃ³ria, o modelo composto por trÃªs fatores com 13 itens se mostrou adequado, assim como a versÃ£o breve composta por 9 itens. A estrutura da EGP em ambas versÃµes se mostrou invariÃ¡vel entre as diferentes faixas etÃ¡rias dos filhos. Assim, resultou-se em diferentes versÃµes da escala: EGP - autopercepÃ§Ã£o, versÃ£o longa; EGP - autopercepÃ§Ã£o, versÃ£o breve; EGP â   percepÃ§Ã£o da dupla, versÃ£o longa; EGP â   percepÃ§Ã£o da dupla, versÃ£o breve. Todas as versÃµes da EGP demonstraram propriedades psicomÃ©tricas favorÃ¡veis e evidÃªncias de que se trata de uma medida confiÃ¡vel e vÃ¡lida. Estudo 4- objetivou testar um modelo de equaÃ§Ã£o estrutural das relaÃ§Ãµes entre o parental gatekeeping e a coparentalidade e suas repercussÃµes no comportamento infantil. Participaram 447 pais brasileiros, a maioria mÃ£es (350), com filhos com idades entre trÃªs e onze anos e desenvolvimento tÃ­pico, que responderam a ERC, a versÃ£o breve da EGP e ao SDQ. A partir do Modelo da Estrutura Interna e Contexto EcolÃ³gico da Coparentalidade e da teoria da; Abstract: The quality of interparental relationships plays a significant role in children's behavior and development, potentially both stimulating and hindering this process. Among the characteristics of this relationship that stand out as predictors of parenting and child development, researchers emphasize the importance of coparenting â   the way in which parental figures collaborate to raise a child; and more specifically, parental gatekeeping â   the regulation of the parental pair's interaction with the child through encouraging, discouraging, and/or controlling behaviors. There is no consensus in the literature on the relationship between these two interparental relationship phenomena. While some researchers consider parental gatekeeping as a dimension of coparenting, others highlight it as a distinct phenomenon that, despite establishing relationships, differs from coparental relationships. Given that studies indicate these two phenomena can be risk and/or protective factors for child development, studying the relationships between these phenomena and understanding their effects on child behavior can broaden knowledge about family dynamics and provide a basis for developing family interventions. Thus, this thesis aimed to verify the relationships between parental gatekeeping and coparenting, as well as their repercussions on child behavior. For this purpose, four studies were developed: Study 1- A theoretical study on contemporary models of parental gatekeeping and coparenting, along with a reflection on the possible relationships between the phenomena and their effects on child behavior. Study 2- An empirical study on the effects of parental gatekeeping and coparenting on child behavior. This study involved 447 parents who responded to the Coparenting Relationship Scale (CRS), the Parental Gatekeeping Scale, and the Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ). Through multiple linear regression analyses, it was found that within the context of parental gatekeeping, encouragement promoted prosocial behaviors and reduced problems in peer relationships, while discouragement contributed to increasing internalizing problems. Regarding coparenting, coparental agreement mitigated externalizing problems and total difficulties, whereas conflict promoted these problems. Study 3- The objective was the cross-cultural adaptation of the Maternal Gatekeeping Scale (MGS) to the Brazilian context, modification of this scale to the Parental Gatekeeping Scale (PGS), and investigation of the psychometric validity evidence of this measure. The PGS allows any parental figure to respond and evaluates self-perception of parental gatekeeping and the perception of the coparental pair's gatekeeping. To seek construct, criterion, and precision validity evidence, the PGS was applied to 649 parents with children aged 3 to 16 years. Through confirmatory factor analysis, the model composed of three factors with 13 items was found to be adequate, as was the brief version composed of 9 items. The PGS structure in both versions was invariant across different age groups of the children. Thus, different versions of the scale were produced: PGS â   self-perception, long version; PGS â   self-perception, brief version; PGS â   pair perception, long version; PGS â   pair perception, brief version. All versions of the PGS demonstrated favorable psychometric properties and evidence of being a reliable and valid measure. Study 4- The aim was to test a structural equation model of the relationships between parental gatekeeping and coparenting and their repercussions on child behavior. This study involved 447 Brazilian parents, mostly mothers (350), with children aged between three and eleven years with typical development, who responded to the CRS, the brief version of the PGS, and the SDQ. Based on the Internal Structure Model and the Ecological Context of Coparenting and the social construction of gender theory, the proposed structural model tested the control dimension (parental gatekeeping) as an independent variable and the coparenting dimensions and other par
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e CiÃªncias Humanas, Programa de PÃ³s-GraduaÃ§Ã£o em Psicologia, FlorianÃ³polis, 2024.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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