<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Economia e Relações Internacionais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274895</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2026 21:57:34 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-10T21:57:34Z</dc:date>
<item>
<title>CUSTO DE CAPITAL, VOLATILIDADE FINANCEIRA E INVESTIMENTO PRODUTIVO: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NO BRASIL (2024-2026)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276808</link>
<description>CUSTO DE CAPITAL, VOLATILIDADE FINANCEIRA E INVESTIMENTO PRODUTIVO: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS NO BRASIL (2024-2026)
Miolo, Paola
a) TÍTULO&#13;
&#13;
Custo de Capital, Volatilidade Financeira e Investimento Produtivo: uma Análise do Setor de Máquinas e Equipamentos no Brasil (2024-2026)&#13;
&#13;
&#13;
b) RESUMO&#13;
&#13;
Analisa-se a relação entre custo de capital, volatilidade financeira e produção do setor de máquinas e equipamentos no Brasil (fev/2024-fev/2026), via K-means e correlação de Pearson com defasagens de até 4 meses. Identificam-se três regimes distintos; a correlação entre Selic real e produção física torna-se negativa nas maiores defasagens (-0,382 no 4º mês), indicando possível efeito defasado do custo de capital, sem permitir conclusões causais definitivas.&#13;
&#13;
Palavras-chave: custo de capital; Selic; volatilidade financeira.&#13;
&#13;
&#13;
c) INTRODUÇÃO&#13;
&#13;
O setor de bens de capital é estratégico para a industrialização brasileira, marcada por dependência tecnológica (Furtado, 1959). A literatura (Keynes, 1936; Jorgenson, 1963; Bischoff, 1971; Dixit e Pindyck, 1994; Bernanke et al., 1999) mostra que custo de capital e incerteza afetam o investimento com defasagem; no Brasil, juros e câmbio voláteis penalizam decisões de longo prazo.&#13;
&#13;
Objetivo: analisar a relação entre custo de capital, incerteza financeira e produção do setor, identificando regimes e defasagens relevantes.&#13;
&#13;
d) MATERIAL E MÉTODOS&#13;
&#13;
Base mensal original, com dados reais da ABIMAQ (PIM-PF, NUCI, carteira de pedidos, comércio exterior) e financeiros do BCB (câmbio, Selic, IPCA), derivando Selic real, volatilidade cambial e da Selic. Variáveis padronizadas (z-score). Aplicou-se K-means (k=3) e correlação de Pearson com defasagens de 0 a 4 meses.&#13;
&#13;
&#13;
e) RESULTADOS E DISCUSSÃO&#13;
&#13;
Três regimes contíguos foram identificados: Cluster 0 (fev-dez/2024), menor produção e Selic real baixa; Cluster 1 (jan-jul/2025), maior produção e maior volatilidade, no aperto monetário; Cluster 2 (ago/2025-fev/2026), Selic real mais alta e menor volatilidade. A correlação PIM-PF x Selic real passa de levemente positiva (r=0,145) a negativa, atingindo -0,382 na 4ª defasagem, compatível com efeito defasado. A volatilidade da Selic correlaciona-se positivamente com o PIM-PF no curto prazo, sugerindo causalidade reversa. Limitações: amostra pequena (n=25) e ausência de variáveis de risco de crédito.&#13;
&#13;
&#13;
f) CONCLUSÕES&#13;
&#13;
Ocusto de capital parece exercer efeito defasado sobre a produção do setor, mas a amostra reduzida e a possível causalidade reversa impedem conclusões definitivas. Recomenda-se ampliar a série histórica e estimar modelos VAR com choques exógenos, reforçando a importância de financiamento de longo prazo estável.&#13;
&#13;
&#13;
g) REFERÊNCIAS&#13;
&#13;
BERNANKE, B.; GERTLER, M.; GILCHRIST, S. The financial accelerator. 1999.&#13;
&#13;
BISCHOFF, C. W. et al. Business investment in the 1970s. 1971.&#13;
&#13;
DIXIT, A.; PINDYCK, R. Investment under uncertainty. 1994.&#13;
&#13;
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 1959.JORGENSON, D. Capital theory and investment behavior. 1963.KEYNES, J. M. Teoria geral do emprego, do juro e da moeda. 1936.&#13;
&#13;
SANTOS, R. I. et al. Efeitos da taxa Selic nos investimentos. 2025.
Tecnologia e inovação
</description>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276808</guid>
<dc:date>2026-09-23T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Uma her-story feminina e feminista: as pensadoras do Institucionalismo Original</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276504</link>
<description>Uma her-story feminina e feminista: as pensadoras do Institucionalismo Original
Balbom, Roberta Machado
No âmbito do pensamento econômico, as mulheres ficaram à margem, ou seja, foram invisibilizadas, tanto em termos de temática como em termos das ideias desenvolvidas. O objetivo desta pesquisa é enfatizar a importância da história do pensamento econômico, mediante uma releitura da história – uma her-story feminina e feminista – da Economia Institucional, ao resgatar e considerar o papel das mulheres como pensadoras de temas econômicos e, assim, reorientar e ampliar o escopo da leitura do pensamento econômico tradicional. Para isso, o foco está em pensadoras mulheres – como por exemplo, Charlotte Perkins Gilman, Hazel Kirk, Margaret Reid e Ruth Allen – e suas conexões com o Institucionalismo Original
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
</description>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276504</guid>
<dc:date>2026-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Crescimento do consumo de alimentos e demanda do fator terra no brasil em diferentes contextos de produtividade: uma análise de equilíbrio geral</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276329</link>
<description>Crescimento do consumo de alimentos e demanda do fator terra no brasil em diferentes contextos de produtividade: uma análise de equilíbrio geral
Schoninger, Matheus Corrêa
O número crescente de pessoas no mundo em situação de insegurança alimentar e nutricional no último quinquênio, e as perspectivas para o futuro, colocam o aumento da produção agrícola e os meios para alcançá-lo no centro do debate mundial. No passado e no presente, o crescimento da produtividade teve papel preponderante na expansão da oferta de alimentos. Porém, diante de limites territoriais definidos, de mudanças climáticas e dos próprios limites técnicos de cada sistema de produção, manter essa contribuição torna-se cada vez mais desafiador. Entender quais são as restrições e os limites ao ritmo de crescimento da produtividade no Brasil, e quais suas implicações em termos de oferta de alimentos, é o foco deste trabalho, que constitui uma sequência de projeto de iniciação científica anterior dedicado à revisão do conceito de produtividade e de suas formas de mensuração. Para isso, utilizou-se um modelo de equilíbrio geral computável (ORANI-G) calibrado para a economia brasileira, com o qual se comparou um cenário base, no qual a produtividade total dos fatores cresce de forma uniforme entre atividades, a uma taxa de 1,5% ao ano, valor de referência adotado pela literatura, e um cenário alternativo, em que esse crescimento ocorre de forma heterogênea entre 19 atividades agropecuárias, refletindo trajetórias estimadas por meio de técnicas econométricas para o período de 2025 a 2040. Os resultados indicam que o hiato entre os dois cenários não produz efeitos significativos sobre o PIB, mas se manifesta de forma expressiva no preço da terra, que se eleva 5,9% no cenário alternativo, evidência de que o ajuste do sistema ocorre por meio da recomposição de preços relativos, e não pela indisponibilidade física de alimentos. No plano setorial, os resultados confirmam empiricamente, para o caso brasileiro, a tese de que uma eventual "tempestade perfeita" na agricultura não se manifestaria como um fenômeno único e global, mas como uma série de tempestades localizadas. Os resultados sugerem, por fim, que a mitigação desses riscos depende de investimentos direcionados às atividades com maior hiato de produtividade, reforçando a centralidade da terra como variável-chave para compreender os limites e as oportunidades da expansão da oferta agropecuária brasileira nas próximas décadas.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
</description>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276329</guid>
<dc:date>2026-09-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A dimensão política das práticas de metrificação: a inclusão da categoria Sul-Norte nos relatórios COBRADI</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276302</link>
<description>A dimensão política das práticas de metrificação: a inclusão da categoria Sul-Norte nos relatórios COBRADI
Kiefer, Bernardo Almada
No ano de 2010, na esteira de uma década em que a participação brasileira em discussões multilaterais e fóruns internacionais ganhou volume e repercussão, o governo brasileiro, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), publicou a primeira edição do relatório “Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional” (COBRADI), um mapeamento das iniciativas e gastos com cooperação internacional das instituições ligadas à administração pública federal. A premissa do relatório é quantificar e descrever as práticas próprias do Brasil no âmbito da cooperação, englobando as particularidades inerentes às instituições do país. Nesse sentido, o documento apresentou, ainda em sua primeira edição, distinções com relação às práticas de metrificação e conceituações de cooperação adotadas pela OCDE, instituição que tradicionalmente rege essas esferas em nível global. Tendo em vista que, historicamente, a metrificação da cooperação internacional é muito influenciada por paradigmas hierarquizados de distinção entre Norte e Sul global, mas ao mesmo tempo passa por um processo de transformação contínua desde sua origem, o presente trabalho visa investigar a inclusão da categoria de fluxos de cooperação “Sul-Norte” pelo Brasil nos relatórios COBRADI. Busca-se, assim, compreender o significado político da adoção dessa nomenclatura e a forma como o aparente rompimento com o padrão vigente reflete também a percepção do próprio Brasil quanto ao seu papel dentro dos fluxos internacionais de transferências de recursos para o desenvolvimento. Para isso, a pesquisa adota como metodologia uma combinação de análise documental dos relatórios COBRADI (2010-2024) com revisão de literatura sobre os paradigmas da cooperação internacional para o desenvolvimento e sobre fluxos Sul-Norte, buscando fazer inferências sobre o significado da inclusão do termo nos relatórios e as instituições que aparecem mais comumente atreladas à categoria em questão. Ainda que a origem específica da decisão de incluir os fluxos Sul-Norte não possa ser traçada a um único indivíduo ou instituição específicos, os resultados apontam para um protagonismo das instituições de educação, ciência e pesquisa brasileiras como principais vetores no estabelecimento de relações com o Norte global. Além disso, a análise textual dos relatórios COBRADI e de obras e artigos publicados por seus editores ao longo dos anos indica que houve um processo de amadurecimento quanto à discussão sobre Sul-Norte, que posiciona o relatório entre o rompimento total com as métricas tradicionais e uma simples adaptação do que é institucionalizado hoje.
Tecnologia e inovação
</description>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276302</guid>
<dc:date>2026-09-09T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
