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<title>Araranguá - Departamento de Ciências Médicas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274436</link>
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<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 04:53:26 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-05T04:53:26Z</dc:date>
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<title>Aplicação multilocal da ciência aberta na criação de ambientes saudáveis envolvendo comunidades locais  Título abreviado: PROJETO MOSAIC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275775</link>
<description>Aplicação multilocal da ciência aberta na criação de ambientes saudáveis envolvendo comunidades locais  Título abreviado: PROJETO MOSAIC
Lima, Jordan Gabriel Freitas
As mudanças ambientais e as atividades antrópicas impõem impactos crescentes sobre os ecossistemas, os modos de vida e as condições de saúde das populações, especialmente em regiões amazônicas transfronteiriças, onde a mobilidade populacional, as assimetrias institucionais e as desigualdades no acesso a serviços públicos amplificam os desafios para a vigilância em saúde e a resposta integrada a riscos socioambientais. Nesse contexto, o Projeto MOSAIC propõe a aplicação multilocal da Ciência Aberta como estratégia para a criação de ambientes saudáveis, envolvendo comunidades locais na produção e no compartilhamento de conhecimentos sobre saúde e ambiente. Este relatório apresenta as atividades desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), com foco no apoio às ações do projeto na fronteira binacional Brasil–Guiana Francesa. As atividades incluíram o mapeamento e a sistematização de stakeholders, a organização de oficinas participativas e inserções de campo, a revisão de literatura sobre Vigilância Baseada na Comunidade e a estruturação de materiais para uma futura plataforma de compartilhamento de conhecimentos. Foram identificados 86 registros de atores estratégicos, realizadas três missões de campo e organizadas referências científicas, técnicas e comunitárias alinhadas à perspectiva da Saúde Única. Embora a formalização do comitê gestor e da plataforma tecnológica não tenha sido concluída no período analisado, os produtos gerados constituem base relevante para a continuidade do projeto. A experiência contribuiu para a formação acadêmica do bolsista, ampliando sua compreensão sobre as interfaces entre saúde, ambiente e participação social em contextos transfronteiriços.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275775</guid>
<dc:date>2026-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Saúde mental e privação de liberdade:  um estudo de métodos mistos no contexto prisional</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275561</link>
<description>Saúde mental e privação de liberdade:  um estudo de métodos mistos no contexto prisional
Eckert, Giovana Laís
Este estudo tem como objeto as relações entre saúde mental e privação de liberdade. Objetivou-se compreender como as condições sociais, institucionais e relacionais do encarceramento se articulam às experiências de saúde mental de pessoas privadas de liberdade no Presídio Regional de Araranguá (SC). Trata-se de um estudo de métodos mistos em andamento, que contempla uma etapa quantitativa com previsão de 187 participantes (sendo 143 já avaliados por meio de questionário sociodemográfico e das escalas WEMWBS, UCLA e BDI) e uma etapa qualitativa composta por 36 entrevistas semiestruturadas. Os resultados parciais revelam expressiva carga de sofrimento psíquico (92,31% com sintomas depressivos e 73,43% em alta solidão), que coexistem paradoxalmente com bem-estar moderado a alto (81,11%), sugerindo estratégias de ajustamento. Destaca-se a desproporção entre o uso de psicotrópicos (52,45%) e o acompanhamento especializado (24,48%), evidenciando a medicalização do sofrimento institucional. Conclui-se que o cárcere atua como vetor de adoecimento; embora os dados descritivos limitem inferências causais, a continuidade das análises aprofundará essas associações.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275561</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275385</link>
<description>Fatores de risco modificáveis e sua associação com percepção negativa de saúde em idosos brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019.
Reis, Júlia Cardoso dos
O aumento da longevidade traz consigo as dúvidas sobre sua qualidade, a maneira como os idosos estão conduzindo os anos de vida ganhos e como essa população percebe o seu estado de saúde. A percepção de estado de saúde, considerando a saúde enquanto bem-estar físico e mental, não necessariamente quanto à ausência de doença sendo possível relacionar ao risco aumentado de mortalidade. Ainda, a percepção de saúde se relaciona a diversos fatores modificáveis de saúde que tem repercussões sobre a morbi-mortalidade nesta população. Considerando o exposto, este estudo teve por objetivo investigar a associação entre fatores de risco modificáveis, tais como tabagismo, etilismo, excesso de peso e inatividade física, e a percepção negativa de saúde em idosos. Para isso, foi feito um estudo transversal analítico, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, entre indivíduos com 60 anos ou mais (N=22.726), com variáveis de ajuste por indicadores socioeconômicos. A análise de dados foi realizada pelo software Stata 14.2 e usando a regressão de Poisson para calcular razões de prevalências ajustadas, com nível de significância 5%. O desfecho considerado foi a autopercepção negativa de saúde nos idosos que possuíam um ou mais desses fatores de risco combinados. Observou-se que a prevalência geral de autopercepção negativa de saúde nessa população foi de 52,9% (IC95%: 51,8-54,1). Entre a população estudada, a proporção de um, dois e três ou mais fatores de risco foi de 46,3%, 33,2% e 4,4%, respectivamente. Mulheres apresentaram maior prevalência de dois fatores de risco comparadas aos homens (35,0%, IC95%: 33,6-36,5; 30,9%, IC95%: 29,3-32,5, respectivamente). Por outro lado, os homens apresentaram maior prevalência de três ou mais fatores em relação às mulheres (6,0%, IC95%: 5,3-6,7; 3,2%, IC95%: 2,7-3,8, respectivamente). Sabe-se que a percepção em saúde é comumente utilizada como substituto de uma medida clínica de saúde, que demonstrou validade e fiabilidade em uma variedade de populações. Assim, os achados reforçam a importância de políticas que promovam hábitos saudáveis na população idosa como um fator determinante de qualidade de vida, contribuindo para uma vida que, além de longeva, seja, também, saudável.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275385</guid>
<dc:date>2026-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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