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<title>Departamento de Jornalismo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267399</link>
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<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 08:35:22 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-06T08:35:22Z</dc:date>
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<title>Mapeamento de Jornais- Laboratórios da região Sul do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270980</link>
<description>Mapeamento de Jornais- Laboratórios da região Sul do Brasil
Alvarenga, Warley Gomes
Este relatório descreve as atividades de Iniciação Científica do graduando em&#13;
Jornalismo Warley Gomes Alvarenga, realizadas junto ao projeto de pesquisa&#13;
Mapeamento de Jornais-Laboratórios da região Sul do Brasil entre os meses de&#13;
agosto de 2024 a agosto de 2025. O estudante esteve envolvido com: pesquisa e&#13;
mapeamento de jornais-laboratórios das faculdades, universidades e centros de&#13;
ensino de Jornalismo e de Comunicação Social nos três estados da região Sul do&#13;
Brasil, nas esferas pública e privada. Além da pesquisa, foi desenvolvida análise das&#13;
grades curriculares cursos de graduação em Jornalismo e coleta de dados dos&#13;
jornais-laboratório, com a finalidade de criar um site com indicações das&#13;
características, localização, métodos de distribuição e informações de contatos dos&#13;
exemplares produzidos. O projeto de pesquisa visa, não apenas mapear os jornaislaboratórios, mas destacar a relevância das práticas laboratoriais nos Cursos de&#13;
Jornalismo.
Vídeo PIBIC
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<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268736</link>
<description>A narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo
Zwirtes, Fernanda
Este vídeo apresenta as atividades desenvolvidas na bolsa de iniciação científica entre setembro de 2024 e agosto de 2025, no âmbito do projeto “A narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo”, realizado no GENAJOR sob coordenação da professora Fabiana Piccinin. A pesquisa buscou compreender como o Jornal Nacional tem adaptado suas narrativas ao ambiente das plataformas digitais, considerando tanto o telejornal exibido na TV quanto os conteúdos publicados em suas redes sociais.&#13;
&#13;
Durante o período, foram realizadas as atividades previstas no termo de outorga, que incluíram leitura e atualização teórica, coletas e análises de material no site GloboPlay e no portal G1, organização e participação em reuniões de grupo e debates, colaboração na produção de textos acadêmicos e apresentação de resultados em eventos científicos. Essas ações serviram de base para os recortes empíricos que estruturaram a pesquisa.&#13;
&#13;
O primeiro recorte, entre janeiro e fevereiro de 2025, acompanhou a cobertura do início do segundo mandato de Donald Trump nos Estados Unidos, observando as reportagens veiculadas no telejornal e as publicações derivadas no Instagram e no Twitter. O segundo, mais amplo, comparou as postagens do JN no Facebook e no Instagram nos meses de maio de 2023, 2024 e 2025, sem um tema específico, para analisar mudanças quantitativas e qualitativas ao longo do tempo.&#13;
&#13;
Os resultados indicam transformações importantes ligadas à plataformização do jornalismo, como a verticalização dos formatos, a personalização crescente do conteúdo e a ampliação da pluralidade narrativa. Esses aspectos reforçam a ideia de que o telejornalismo, mesmo consolidado na TV aberta, precisa se reinventar continuamente para dialogar com diferentes públicos e acompanhar a lógica das redes sociais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Departamento de Jornalismo.
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<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Feminicídios na cobertura jornalística: mídias com perspectiva de gênero e as mudanças nos padrões de tratamentos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268595</link>
<description>Feminicídios na cobertura jornalística: mídias com perspectiva de gênero e as mudanças nos padrões de tratamentos
Cardoso, Maitê Silveira
Em 2024, 1.492 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, 51 delas em Santa Catarina (Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025). É o índice mais alto desde que a legislação brasileira passou a tipificar esse crime, um marco registrado pela Lei nº 13.104/2015. Legalmente, o feminicídio é o atentado contra a vida de uma mulher “por razões da condição de sexo feminino”. Em consonância, teóricas dos estudos de gênero o definem como o “extremo de um continuum de terror anti-feminismo” (Caputi; Russell, 1992, p. 15). Como problema público, é relatado e registrado na instituição informacional mais tradicional da sociedade: o jornalismo. Ao considerar que o jornalismo reproduz valores sociais e, portanto, as estruturas desiguais de gênero presentes no cotidiano brasileiro, é vital analisar de que maneira os feminicídios – e as histórias dessas mulheres – têm sido construídos na mídia. É esse o ponto de partida do projeto “Feminicídios na cobertura jornalística: permanências e mudanças em padrões de tratamento”, que dá sequência à pesquisa “Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público”. Vinculado ao grupo ransverso - Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica, do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGJor/UFSC), o projeto propõe, neste ciclo, expandir a análise da coberura de mídias tanto comerciais quanto independentes (com perspectiva feminista), assim como mídias de abarngência nacional e estudos comparativos internacionais. Como bolsista do  Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) participei dos ciclos de debates do Transverso e contribuí ativamente na divulgação científica das ações do grupo nas redes sociais e no site, incluindo a adaptação de materiais educativo. Auxiliei na atualização da Sala de Imprensa, expandindo a lista de fontes especializadas em gênero para jornalistas de Santa Catarina, e conduzi um levantamento bibliográfico de artigos e papers sobre feminicídio em anais de congressos e periódicos da área da Comunicação. Também realizei a coleta e sistematização de material empírico de portais da mídia com perspectiva feminista (Revista AzMina, Portal Catarinas e Gênero e Número), além de auxiliar na análise de parte desse corpus para um estudo comparativo Brasil-França. Preliminarmente, observamos que os veículos independentes adotam um tratamento diferenciado e evitam o sensacionalismo, usando o termo “feminicídio” com profundidade e empregando uma pluralidade de fontes para ilustrar críticas à morosidade judicial e à ausência de políticas públicas. Um jornalismo mais compreensivo, combativo e sensível ajuda a aprofundar a discussão do problema e a fortalecer o debate sobre o papel e a responsabilidade do Estado na prevenção e enfrentamento do da violência de gênero.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Departamento de Jornalismo.
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<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268595</guid>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cobertura de feminicídios em mídias jornalísticas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268540</link>
<description>Cobertura de feminicídios em mídias jornalísticas
Borges, Camila Soares
Apesar da Lei do Feminicídio (nº 13.104 de 2015) reconhecer um problema historicamente negligenciado, estruturas machistas fazem com que mulheres continuem morrendo pelo fato de serem mulheres (Caputi e Russell, 1992). Em um contexto de extrema violência de gênero - quando pelo menos quatro mulheres foram vítimas de feminicídio por dia em 2024 (Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2025) -, produções jornalísticas ainda têm corroborado para o reforço de estereótipos que culpabilizam a vítima e tratam a violência como algo episódico (Prado; Sanematsu, 2017; Silva, 2024). Com objetivo de auxiliar na pesquisa sobre permanências ou mudanças no tratamento jornalístico sobre o feminicídio e de qualificar a maneira como a mídia aborda o assunto, atuei como bolsista de iniciação científica, entre 2024 e 2025, no projeto de pesquisa “Feminicídios na cobertura jornalística: permanências e mudanças em padrões de tratamentos”, coordenado pela professora Maria Terezinha da Silva e desenvolvido no âmbito do Grupo de Pesquisa Transverso - Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica, da UFSC. Realizei a coleta e sistematização de dados referentes a notícias sobre feminicídios publicadas no portal de notícias G1 no ano de 2023. Também realizei um levantamento bibliográfico de teses e dissertações sobre o tema; contribuí para atualização de lista de fontes especializadas em violência de gênero para disponibilizar à imprensa; auxiliei na divulgação científica de ações do Transverso e participei das reuniões do grupo de pesquisa. Na análise preliminar e exploratória do material empírico coletado no portal G1, observamos que a maioria das produções jornalísticas descreve casos factuais de violência contra mulher. Poucas matérias catalogadas trazem reflexões sobre o contexto do problema. Observamos também que persiste um tratamento sensacionalista da violência, a culpabilização da vítima, a predominância de discursos policialescos, a prisão do agressor compreendida como solução e que determinadas mortes ganham mais repercussão do que outras devido ao perfil da vítima ou da brutalidade do crime. Isso sinaliza que, mesmo após dez anos da Lei do Feminicídio, discursos jornalísticos continuam reforçando estereótipos, normalizando ou pouco discutindo as violências.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão&#13;
Departamento de Jornalismo
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<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268540</guid>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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