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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Biociências e Saúde Única (BSU)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267326</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 20:38:14 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T20:38:14Z</dc:date>
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<title>Efeito da trazodona na dose de propofol para indução anestésica em cães</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268566</link>
<description>Efeito da trazodona na dose de propofol para indução anestésica em cães
Camacho, Bruna Andrade
O cloridrato de trazodona é um antidepressivo atípico que entrou em uso clínico, para cães e gatos, com uma variedade de indicações. Dentre elas, está a redução de transtornos de ansiedade, facilitação de viagens e visitas aos estabelecimentos veterinários, redução do estresse em períodos de hospitalizações, e ainda se sugere que seu uso pré anestesia, colabore para a redução do requerimento anestésico. Procedimentos anestésicos em geral, principalmente para cirurgias eletivas como a ovariohisterectomia, são rotineiros na medicina veterinária. Apesar do uso frequente da trazodona, há poucos estudos sobre o seu auxílio na diminuição do requerimento anestésico. Os objetivos deste estudo foram avaliar os efeitos da administração de trazodona (8 mg/kg, VO) em casa (TC) ou na clínica (TE) sobre a sedação, facilidade de cateterização venosa e intubação, e necessidade de propofol para indução em cadelas submetidas à ovariohisterectomia eletiva. Para isso, foram selecionadas 24 cadelas, randomizadas em dois grupos com 12 animais, com idade entre 1 e 6 anos, e peso entre 5 e 15 kg. Sendo que ao grupo TC, a administração de trazodona, via oral, ocorreu em casa, e encaminhados após uma hora para a Clínica Escola; Quanto ao grupo TE, a administração ocorreu, por via oral, já na Clínica Escola. Todos receberam metadona (0,3 mg/kg, IM) e indução anestésica com propofol em dose efeito. Avaliaram-se os escores de sedação (Wagner et al., 2017; END), cateterização (Bortolami et al., 2015), intubação (Lerche et al., 2002) e volume de propofol utilizado. Quanto aos resultados, não houve diferença significativa entre os grupos quanto à sedação, facilidade de intubação ou dose de propofol. No entanto, a cateterização foi significativamente mais fácil no grupo TC. A administração domiciliar de trazodona pode otimizar o manejo pré-anestésico em cadelas, facilitando a cateterização venosa, sem comprometer a sedação ou a indução anestésica. Essa abordagem pode reduzir o estresse do paciente e agilizar os procedimentos clínicos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Curitibanos.&#13;
Medicina Veterinária.
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<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268566</guid>
<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ovos comerciais submetidos a coberturas artificiais e seus  efeitos  sobre a qualidade físico-química</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268228</link>
<description>Ovos comerciais submetidos a coberturas artificiais e seus  efeitos  sobre a qualidade físico-química
Vesaro, Geferson Vesaro
O ovo é uma fonte acessível de proteína de alta qualidade, mas apresenta rápida deterioração após a lavagem, devido à perda da cutícula protetora da casca. O uso de coberturas artificiais e naturais surge como alternativa para reduzir trocas gasosas e preservar a qualidade durante o armazenamento. Neste estudo, 360 ovos de poedeiras comerciais foram submetidos a quatro tratamentos: lavados e não cobertos (controle), recobertos com óleo mineral, solução etanólica de própolis a 10% e solução etanólica de cera de abelha a 2%. Os ovos foram armazenados em condições ambiente (14,5 °C; 79% UR) e avaliados nos dias 1, 15 e 30 quanto à perda de peso, gravidade específica, altura e índice de gema, altura do albúmen, Unidade Haugh, pH da gema e do albúmen, diâmetro da câmara de ar e composição percentual. Após 30 dias, os ovos controle exibiram a pior qualidade, com maior perda de peso (2,07%), aumento expressivo da câmara de ar (2,38 mm), elevação do pH do albúmen (9,43) e redução acentuada da Unidade Haugh (64,91), indicando perda de frescor. O óleo mineral destacou-se como o revestimento mais eficiente, mantendo gravidade específica elevada (1,092 g/cm³), menor diâmetro da câmara de ar (1,66 mm), valores de pH mais estáveis (gema 6,16; albúmen 8,38) e a maior Unidade Haugh (84,83), além de preservar a altura do albúmen (7,44 mm) e da gema (19,01 mm). A cera de abelha apresentou a menor perda de peso (1,23%) e resultados intermediários de qualidade interna (UH 72,38), enquanto a própolis também se mostrou eficaz, com perda de peso de (1,63%) e (UH 72,12), ambas significativamente superiores ao controle. Conclui-se que o óleo mineral é o revestimento mais eficiente na manutenção da qualidade físico-química de ovos armazenados por até 30 dias. No entanto, própolis e cera de abelha demonstraram bom potencial como alternativas naturais e sustentáveis, capazes de reduzir a desidratação e retardar a perda de qualidade interna, reforçando sua aplicabilidade na conservação de ovos comerciais.
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<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268228</guid>
<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Potencial antidiabético de extratos de brácteas de araucária em células HepG2</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268187</link>
<description>Potencial antidiabético de extratos de brácteas de araucária em células HepG2
Wigand, Pedro Henrique Fonseca Ramalho
O Diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma síndrome metabólica multifatorial caracterizada por resistência à insulina, estresse oxidativo e hiperglicemia crônica, que se tornou um dos principais desafios de saúde pública, sobretudo em países em desenvolvimento. As terapias convencionais apresentam limitações importantes, como efeitos adversos e redução da eficácia ao longo do tempo, o que reforça a necessidade de alternativas terapêuticas mais seguras, eficazes e sustentáveis. Nesse contexto, compostos bioativos de origem vegetal despertam crescente interesse devido ao potencial antioxidante e à capacidade de modular a homeostase glicêmica. A Araucaria angustifolia (Bertol.) O. Kuntze, espécie nativa brasileira classificada como ameaçada de extinção, tem sido apontada como fonte relevante de metabólitos secundários com atividade biológica, em especial nas brácteas (tradicionalmente descartadas como resíduos), nas quais estudos recentes identificaram flavonoides, taninos e ácidos fenólicos com potencial atividade biológica. Este estudo teve como objetivo avaliar in vitro o potencial antidiabético de extratos de brácteas de A. angustifólia, utilizando a linhagem celular HepG2 como modelo experimental. Foram obtidos quatro extratos (BHA70, BHA96, BEE e BAE) por diferentes métodos e solventes, avaliados quanto à inibição das enzimas digestivas α-amilase e α-glicosidase, fundamentais para a digestão de carboidratos, além da determinação da citotoxicidade celular pelo ensaio de redução da resazurina (Alamar Blue). Os resultados demonstraram que os extratos BEE e BHA96 apresentaram as maiores atividades de inibição enzimática, com efeitos detectáveis a partir de 75–100 μg/mL. Quanto à viabilidade celular, as concentrações máximas não citotóxicas foram de 100 μg/mL para BEE, 250 μg/mL para BHA96, 500 μg/mL para BAE e 125 μg/mL para BHA70, valores que estabelecem parâmetros de segurança para ensaios subsequentes. Ensaios de captação de glicose e de determinação do glicogênio intracelular encontram-se em andamento, com protocolos em processo de padronização. De modo geral, os achados reforçam que os extratos de brácteas de A. angustifolia, especialmente BEE e BHA96, apresentam potencial como inibidores naturais de enzimas digestivas envolvidas no controle glicêmico, configurando-se como candidatos promissores para o desenvolvimento de terapias complementares ao manejo do DM2. Além do impacto farmacológico, a utilização de resíduos vegetais agrega valor a uma espécie de relevância ecológica, cultural e econômica para o sul do Brasil, inserindo-se no esforço de promover saúde, sustentabilidade e inovação em biotecnologia. Esses resultados apontam para a necessidade de estudos adicionais voltados ao isolamento e caracterização fitoquímica dos compostos ativos, bem como à validação in vivo, a fim de consolidar o potencial biotecnológico da araucária no enfrentamento de doenças metabólicas como o DM2.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais. Curso de Medicina Veterinária.
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<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268187</guid>
<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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