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<title>Ciências da Vida (Apresentações)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257540</link>
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<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 22:33:02 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-11T22:33:02Z</dc:date>
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<title>Perfil do uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental de um colégio público em Florianópolis/SC.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259293</link>
<description>Perfil do uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental de um colégio público em Florianópolis/SC.
Pereira, Marianny Jully Folletto
O estudo conduzido em um colégio público da cidade de Florianópolis/SC analisou o uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental, com ênfase nos tipos de fármacos administrados e nas práticas de automedicação por parte dos responsáveis. O objetivo foi compreender como os pais lidam com a administração de medicamentos e propor medidas de conscientização do uso racional. A pesquisa foi quantitativa, transversal e exploratória, através da aplicação de um questionário anônimo e online. Ao todo participaram 94 responsáveis, o que representou 14,02% do total previsto. Entre os entrevistados, 59,13% eram mulheres e 40,87% homens, com maior presença de mães (82%), seguidas por pais (11%) e um avô/avó. A maioria possuía ensino superior completo (53 pessoas), com idades entre 30 e 49 anos. As crianças participantes tinham entre 6 e 15 anos, sendo que 52,68% delas possuíam plano de saúde.&#13;
Entre os alunos, 19,53% foram diagnosticados com problemas de saúde, incluindo asma (8 casos), rinite alérgica (6), TDAH (4) e transtornos alimentares. Foi identificado que 7,52% das crianças faziam uso contínuo de medicamentos, enquanto 47,94% utilizavam fármacos de forma esporádica, sendo Dipirona, Paracetamol e Ibuprofeno os mais frequentes. Em relação à automedicação, 26,32% dos responsáveis admitiram praticá-la, justificando essa atitude com base na experiência prévia com o medicamento. Apenas 30% disseram ler a bula antes de administrar os fármacos, e 17,20% reconheceram os riscos da automedicação. Os resultados do estudo revelam uma prática preocupante de automedicação infantil, amplamente difundida e influenciada por fatores culturais. Isso destaca a necessidade de ações educativas para alertar os pais sobre os perigos desse comportamento e promover o uso racional de medicamentos. O estudo também sublinha a importância de políticas públicas e programas que orientem os responsáveis sobre a administração segura de medicamentos no contexto escolar.
Projeto de Pesquisa PIBIC/EM - Universidade Federal de Santa Catarina. Colégio de Aplicação.
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<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259293</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Perfil do uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental de um colégio público em Florianópolis/SC.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259285</link>
<description>Perfil do uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental de um colégio público em Florianópolis/SC.
Balster, Rafaella Milan
O estudo realizado em um colégio público de Florianópolis/SC investigou o uso de medicamentos entre alunos do ensino fundamental, com foco nos tipos de medicamentos utilizados e nas práticas de automedicação pelos responsáveis. O objetivo foi entender o comportamento dos pais na administração de fármaco e sugerir práticas mais seguras de uso racional de medicamentos. A pesquisa adotou uma abordagem quantitativa, transversal e exploratória, através da aplicação de questionário online e anônimo. O estudo envolvendo 94 responsáveis, o que corresponde a 14,02% do total esperado. Entre os participantes, 59,13% eram mulheres e 40,87% homens, com predominância de mães (82%), pais (11%) e 1 avô/avó. A maioria dos responsáveis possuía ensino superior completo (53 respondentes), e suas idades variavam entre 30 e 49 anos. Já as crianças participantes tinham entre 6 e 15 anos, sendo que 52,68% delas possuíam plano de saúde.&#13;
Dos alunos, 19,53% foram diagnosticados com condições de saúde, como asma (8 casos), rinite alérgica (6), TDAH (4) e transtornos alimentares. O uso contínuo de medicamentos foi identificado em 7,52% das crianças, enquanto 47,94% utilizaram remédios esporadicamente, com Dipirona, Paracetamol e Ibuprofeno sendo os mais comuns. Em relação à automedicação, 26,32% dos responsáveis relataram praticá-la, justificando a decisão com base na experiência anterior com o medicamento. Apenas 30% afirmaram ler a bula antes de administrar os remédios, e 17,20% reconheceram a automedicação como prejudicial. Os resultados do estudo revelam um quadro preocupante de automedicação infantil, evidenciando uma prática comum e enraizada culturalmente. Isso ressalta a necessidade de intervenções educativas que conscientizem os pais sobre os riscos dessa prática e incentivem o uso racional de medicamentos. O estudo também reforça a importância de políticas públicas e programas que orientem os responsáveis sobre o uso seguro de medicamentos no ambiente escolar.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Colégio de Aplicação.
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<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259285</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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