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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas (CBA)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257111</link>
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<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 11:06:45 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-06T11:06:45Z</dc:date>
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<title>Seleção de bactérias para a promoção de crescimento de bracatinga</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259698</link>
<description>Seleção de bactérias para a promoção de crescimento de bracatinga
Messias, Gabriela da Silva
A Mimosa scabrella Benth, mais conhecida popularmente como Bracatinga, é uma espécie endêmica do bioma Mata Atlântica, típica do ecossistema Floresta Ombrófila Mista. Com um ciclo curto, mas com um crescimento rápido, tornou-se uma espécie florestal com diversas utilidades para o setor madeireiro e para os produtores rurais brasileiros, principalmente da região sul do país. Como a maioria das leguminosas, associam-se simbioticamente a bactérias fixadoras de N, chamadas genericamente de rizóbios. Ainda há pouca informação sobre essas e outras bactérias que vivem na rizosfera dessa espécie. Parte dessa comunidade pode ser fixadora de N (rizóbios) e/ou Rizobactérias Promotoras de Crescimento de Plantas (RPCP). Uma coleção de vinte isolados bacterianos de nódulos de bracatinga coletados da região de Curitibanos foi obtida e foi analisada quanto à características fenotípicas, produção de auxinas, como AIA (Ácido Indol Acético), como mecanismo de promoção de crescimento e à capacidade de nodulação. A análise de produção de AIA foi feita por espectrofotometria a partir do crescimento dos isolados bacterianos em meio líquido. Os isolados foram inoculados em sementes previamente desinfestadas e semeadas em tubetes contendo substrato esterilizado. Noventa dias após a semeadura foram avaliadas a presença de nódulos, altura de plantas, diâmetro do coleto e massas úmida e seca de parte aérea, raiz e nódulos. A caracterização in vitro dos isolados demonstrou que todos apresentaram colônias circulares, de borda lisa, aspecto gomoso, elevação do tipo cúpula, de coloração rosa difusas e opacas. Essas eram 95% (19) Gram-negativas e 5% (1) Gram-positivas, de crescimento rápido, pois desenvolveram-se em 48 h, possuíam o formato celular tipo bastonete 95% dos isolados e 5% formato celular tipo cocos.  Com relação a mudança de pH do meio YMA com azul de bromotimol, 80% (16) não modificaram o pH. Todos vinte isolados presentes em estoque foram positivos a produção AIA, demostrando média de 51,29 µg.mL-1, e os isolados foco deste estudo, apresentaram produção de AIA de 36,72 µg.mL-1 para o isolado  B03, de 42,67 µg.mL-1   para o B22 e de 48,01 µg.mL-1  para o B28. Com relação a capacidade nodulante dos isolados (B03, B22 e B28) o estudo demostrou que não houve a presença de nódulos nas raízes. Mas que os isolados estimulam o crescimento vegetal em altura, diâmetro do coleto e massas úmida e seca de parte aérea, raiz e nódulos.
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<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259698</guid>
<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258923</link>
<description>Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N
Souza, Valéria Santos de
O milho (Zea mays) é uma cultura com grande importância no cenário agrícola mundial e a utilização de fertilizantes nitrogenados é indispensável para maximizar a produção. O uso de fertilizantes nitrogenados, embora necessário, pode trazer sérios problemas relacionados a poluição atmosférica, como a volatilização de amônia (NH3) e emissão de óxido nitroso (N2O), além de reduzir a disponibilidade de nitrogênio (N) às culturas e a eficiência no uso do N. O objetivo deste projeto foi quantificar as perdas de N via volatilização de NH3 e emissão de N2O em um sistema de produção de milho fertilizado com diferentes fontes de N, afim de identificar fontes nitrogenadas mais eficientes e menos poluentes. O experimento de campo realizado na Fazenda Experimental da UFSC avaliou os seguintes tratamentos: controle (C), ureia comum (UC), ureia com inibidor de urease NBPT (UI) e nitrato de amônio (NA). A volatilização de NH3 foi quantificada por destilação Kjeldahl após extração da NH3 capturada pelas esponjas utilizadas nas câmaras estáticas semiabertas. A emissão de N2O foi avaliada utilizando câmaras estáticas, sendo as amostras de ar coletadas, transferidas para frascos previamente evacuados e enviadas para análise em cromatógrafo gasoso. Os dados de NH3 e N2O foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey 5%. A pluviosidade acumulada foi de 615,2 mm e a temperatura média 20,6ºC. A taxa de volatilização de NH3 diferiu entre os tratamentos. No primeiro dia após a aplicação dos fertilizantes, UC e UI apresentaram picos com valores de 3,92 e 1,26 kg N ha-1 dia-1, respectivamente. A perda acumulada de N-NH3 sobre o total de N aplicado em cobertura foi de 10,16, 4,7 e 1,98% para UC, UI e NA, respectivamente. Os fluxos de N-N2O aumentaram logo após a aplicação dos fertilizantes, com um pico observado para NA (1155,42 µg N-N2O m-2 h-1). Os tratamentos UI e NA não diferiram entre  quanto a emissão acumulada de N2O, porém apresentaram valores superiores aos demais tratamentos, com valores de 2,89 e 3,45 kg N-N2O ha-1, respectivamente. O rendimento do milho foi de 3,46, 4,26, 4,25 e 4,46 Mg grãos para os tratamentos C, NA, UC e UI, respectivamente. A intensidade de emissão foi superior nos tratamentos NA e UI (média de 0,73 kg N2O/Mg grão). Os fatores de emissão foram de 1,82 para NA, 0,24 para UC e 1,46 para UI, sendo NA e UI superiores ao 1,5% preconizado pelo IPCC.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Campus Curitibanos.&#13;
Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas
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<pubDate>Sat, 07 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258923</guid>
<dc:date>2024-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258920</link>
<description>Emissão de N2O e volatilização de NH3 em milho fertilizado com diferentes fontes de N
Souza, Valéria Santos de
O milho (Zea mays) é uma cultura com grande importância no cenário agrícola mundial e a utilização de fertilizantes nitrogenados é indispensável para maximizar a produção. O uso de fertilizantes nitrogenados, embora necessário, pode trazer sérios problemas relacionados a poluição atmosférica, como a volatilização de amônia (NH3) e emissão de óxido nitroso (N2O), além de reduzir a disponibilidade de nitrogênio (N) às culturas e a eficiência no uso do N. O objetivo deste projeto foi quantificar as perdas de N via volatilização de NH3 e emissão de N2O em um sistema de produção de milho fertilizado com diferentes fontes de N, afim de identificar fontes nitrogenadas mais eficientes e menos poluentes. O experimento de campo realizado na Fazenda Experimental da UFSC avaliou os seguintes tratamentos: controle (C), ureia comum (UC), ureia com inibidor de urease NBPT (UI) e nitrato de amônio (NA). A volatilização de NH3 foi quantificada por destilação Kjeldahl após extração da NH3 capturada pelas esponjas utilizadas nas câmaras estáticas semiabertas. A emissão de N2O foi avaliada utilizando câmaras estáticas, sendo as amostras de ar coletadas, transferidas para frascos previamente evacuados e enviadas para análise em cromatógrafo gasoso. Os dados de NH3 e N2O foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey 5%. A pluviosidade acumulada foi de 615,2 mm e a temperatura média 20,6ºC. A taxa de volatilização de NH3 diferiu entre os tratamentos. No primeiro dia após a aplicação dos fertilizantes, UC e UI apresentaram picos com valores de 3,92 e 1,26 kg N ha-1 dia-1, respectivamente. A perda acumulada de N-NH3 sobre o total de N aplicado em cobertura foi de 10,16, 4,7 e 1,98% para UC, UI e NA, respectivamente. Os fluxos de N-N2O aumentaram logo após a aplicação dos fertilizantes, com um pico observado para NA (1155,42 µg N-N2O m-2 h-1). Os tratamentos UI e NA não diferiram entre  quanto a emissão acumulada de N2O, porém apresentaram valores superiores aos demais tratamentos, com valores de 2,89 e 3,45 kg N-N2O ha-1, respectivamente. O rendimento do milho foi de 3,46, 4,26, 4,25 e 4,46 Mg grãos para os tratamentos C, NA, UC e UI, respectivamente. A intensidade de emissão foi superior nos tratamentos NA e UI (média de 0,73 kg N2O/Mg grão). Os fatores de emissão foram de 1,82 para NA, 0,24 para UC e 1,46 para UI, sendo NA e UI superiores ao 1,5% preconizado pelo IPCC.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Campus Curitibanos.&#13;
Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas.
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<pubDate>Sat, 07 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258920</guid>
<dc:date>2024-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Seleção de genótipos de videira PIWI com potencial vitivinícola em Curitibanos SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258893</link>
<description>Seleção de genótipos de videira PIWI com potencial vitivinícola em Curitibanos SC
Kraemer, Andrei Luis
A vitivinicultura na serra Catarinense é uma atividade relativamente jovem, mas que vem ganhando grande destaque, o clima da região favorece o bom desenvolvimento dos frutos e traz uma elevada qualidade ao produto. Com isso é possível se obter materiais de  grande importância para vitivinicultura local. Atualmente se busca variedades resistentes ao Mildio da videira que é uma das principais doenças que causam danos aos vinhedos. Com isso esta trabalho busca avaliar quais são as melhores variedade de videira PIWI a fim de obter uma melhor produção e vinhos de maior qualidade na serra Catarinense.
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<pubDate>Tue, 24 Sep 0015 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258893</guid>
<dc:date>0015-09-24T00:00:00Z</dc:date>
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